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2011/01/06

Dama Derretida

 "Dama Derretida" 









Abri a mão em concha, com amor... Dei
Dei com cara com meus medos, senti
A maresia em minha face sou sua...
Fêmea teu desejo e sorte, quase nua!


Os momentos sempre fortes me levam
O sonho de outro amor... Nem a morte!
Quero a fragrância de seu corpo...
De noite ou madrugada, sou crua.


Centenas de vidas me procuram, me perco
Nome sujo no prato e derreto-me
Em flor, me abro sou o que em ti cabe
Sempre em gestos forte, nuances linda, sou menina!


A coisa que, me inflama
Sou o verso, poema e convexo na cama.
Ondas me derretem o seio e o cerne
Cada mulher tem a sorte de viver e morrer...


Com o homem que, lhe pertença o prazer!
Sou dama, mulher, menina... Mas pareço de cera
Quando estou com você!




Czar D’alma 

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