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2011/04/30

Aliança e Leito

       "Aliança  e  Leito"   




Devo lhe dizer alguma coisa
Deixar a margem dos tempos
Apenas o que um dia magoou.


Serei um eterno menino
Nos acordes de tuas lindas curvas
Mas sempre lá a esperarei
Seja em dias de sol, lua ou chuva.


Vou abrindo os meus pulmões
Pra alegrar os meus tristes dilemas
Não te encontrei na morte...
Te deixo apenas se faltar da vida a cena.


Cada alma e sua sentença
Cada mulher e seu vulcão
A comida sempre na nossa mesa
Quando Deus sempre estendeu a mão.


Ah esses dias são ardentes
Acelera do homem o coração
Mas sempre fico quieto
Quando tua alma é aflição.


Minhas vitórias sem troféus
A cada julgamento o mesmo réu
Nada tenho que culpar
Senão minha sorte ao léu


Desde quando a segurei
Te pedi, apenas a mão
Nunca neguei as tuas fomes
Seja cama ou do próprio pão


Vão os carros sempre velozes
Angariar suas fãs
Mas sempre lutei com toda força
Que sua vaidade chamou de irmã.


Mesmo que queira os seus beijos
Te pedir eu faria sem orgulho ou medo
Mas quando tu saires seja rápida
Minha ferida vai além da ambição


Minha vida é nosso lar
E a nossa cama vosso altar
Sempre te renderei meus sentimentos
Só assim sou e jamais de ti me canso amar...


Minhas frases são escritas sem palavras
Mas nos caminhos abertos pelo coração
Vem e vê o sangue que te dei é seu
Seja linda a tua madre, mui sagrada que requer...


Beija-me, saia sorrindo, esse é meu salário
Que minha honra seja teu sorriso e tua vida em pé.


Minha amada, minha mãe...
Sou de ti, minha mulher!



Czar D’alma 



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