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2011/05/09

Meu Erro e Colapso

       "Meu erro e colapso"  


  
 


Obrigado pela navalha na carne
Pela palavra fria, sempre nua em tua fala
Pela comida feita, pela cama desfeita...
Pelos risos seus, quando eu já não estava.


Obrigado, pela herança maldita
Refeita da minha vida, posta a uma ilha
Obrigado, meu amor, muito Obrigado...
Por me vender às tuas fugas, sem deixar um centavo.


Pelo olhar estranho, quando deitado ao meu lado.
Pelo dia de trabalho, casa, bares, jantares e mercado
Quando eu era a luta e você o jeito nada contente ou felizardo.
Obrigado, por me jogar na cara a mentira do amor todo inventado...


Nossas brigas, nossa prole que o diga
Por saíres com os amigos e me deixares sem afago...
Se passando por Euro e me reinventando ao plano cruzado
Das mulheres em teus cadernos tímidos, fingindo-se e corado.


Das fugas e mentiras
Dos beijos em meios às brigas
Pelas camas e noites sem despedidas
Por nascer um homem e deitar-me menina


Ah, meu amor muito obrigado...
Por sair da minha vida e me deixar livre
Liberando-me de sua prisão e minha fadiga
Agora eu saio, eu brinco e rio


E você atrás de meus seios e não dos colares
Mas não volto mais, não sou o varejo do mercado
Mas se brindares minhas virtudes e negares teus pecados
Eu solto a roupa na dita razão da vaidade

Degusto tua bebida,

Saro-me das feridas

Calo-me de minhas intrigas

Derramo tudo que disse, nas contas

Das vozes que, nos faziam engodo e lira

Aceito o fato que errar é estar carente ao perdão

Desfaço deste fardo...

Abro minha boca e digo amor...

Deixa-me morrer feliz em teus braços...
Aquilo tudo era loucura minha
Meu medo e meu colapso.


Deixa-me nascer em teu coração
E ser do mesmo o único compasso!
Tudo passou e ponho na conta...


 Do erro

E do 


Colapso!



Czar D’alma


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