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2011/06/28

Nada Sei

            "Nada Sei"      



           



Não há como olhar para o sol
Sem vê a verdade que, nasce
Nos dias de dor...
Cabe na cabeça e arde


Não há como findar o amor
Sem a escolha só, picolé no isopor
Eu ando cantando por dias e meses...
Contando coisas que, em mim teces


Não há como olhar a vida
Mas não me julgue, não vá
Eu quero é agora, eu quero amar
Não dá pra viver sem contigo ficar


Os dias, as noites são de vidros
Molhados são apenas os indivíduos
Olhando em volta do mundo me perco
Olhando pra ti não falo, em mil partes me divido


Não há como perder a lua
E ter um amor à prova de mel
Escolhendo caminhos estamos na rua
Escolhendo amores estamos em meio ao fel


Discursos vazios, pratos cheios...
Crianças em meio às escuras
Coisas que não são medos e receios
Ontem éramos um, hoje nada sei


Não há como olhar a vida
E pintar com a cor que sonhei
Uns dias ando tão feliz ao seu lado
N’outros eu sou um plebeu, no lugar do rei.


Mas eu ainda olho para o céu
Com o colar que aquela vida me deu
Restinho de esperança, beijinho e lembrança
Não há como ser feliz, esquecendo de como se é...



Criança!





Czar D’alma 


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