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2013/06/03

“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma

“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma





“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma



É dentro do gosto da vida
Que seus lábios têm meu sabor.
É quando a força dos sentimentos gritam
Que escutas o teu nome em eco ou na minha dor.




Não sei...
A gente até poderia ser feliz bem mais.
Não sei...
A alma alcança o oceano em nome da paz.

Mas pra mim ainda existe um dissabor
Dizem que aprendi amar, mas só sei da dor.
Quando os lírios dançam, eu me lembro de você
É quando eu minto que minha lágrima não quer assim fazer.




Vem! Faça-me sorrir em nome da paz.
Cadê aquela tua força de me dar prazer cada vez mais...
Se estou distante de ti, ainda estou sem mim.
Mas, quando chegas meu inferno tem seu fim.

Mesmo que as alianças mintam
A gente não irá fazer isso jamais...
Correr do mito, abrir o oceano no grito
Para que a vida seja sempre um pouco mais.




Não sei...
Pode ser que amanhã irei sorrir
Não sei...
Por que de tudo o mais fácil é desistir.

Ainda procuro pelo seu rosto nos meus anais.
Quero sempre um abraço do dia que fizemos amor e paz.
Mesmo que precise de colírio há em si tudo um ensino...
Quando abro os braços e o vento me lambe é de ti que preciso.




Não sei, por que não invento uma cela a mais
Por que de tudo que vivemos só eu fiquei em alcatraz.
Não devia ser assim, por você ou mesmo por mim...
A gente com medo de ser feliz desaba da vida como aprendiz.

Sou o ser que vive um segundo de tensão do bem
Querendo um jeito de lhe trazer de volta ao peito
Detalhes que o rei discerne, descreve e parece não haver jeito...
Ah, me perdoe, mas eu preciso do que é quase imperfeito.




Sim, eu preciso de você
Quando mesmo nem imaginas o porquê.
Sou algo e não sou ninguém quando meus olhos não lhe vêem.
Mas, a cada dia a saudade me adormece, mas me diz que preciso de alguém.

Somos o que não damos pra ninguém
Vamos aonde a alma se esconde e se sente bem
Mesmo quando tudo vier a terminar...
Ainda terei seu sabor no corpo, e sem querer me lavar.




Ainda bem que eu preciso de mim
Pra dizer-te coisas lindas que não sei o por quê...
É no delírio da vida que seu corpo no meu faz maravilha
E é quando somes em meio à noite que minha alma se sente perdida.

Sim, eu sei como me esconder de você
Assim que o sol e a noite juntos derem prazer.
Não sei, o que de mim, melhor ou pior
Alguém ainda pode fazer, inverter e tecer...




Enquanto eu ando com a lua
Tu andas sempre na sua
Eu com a mão na saudade
E você com os dedos na maldade.

Dizendo não com sua mão
Não terás de si o que ainda deseja
Você acorda comigo e me beija
E eu ainda não sei onde quer que tu estejas...




Estás tão distante




Mesmo do outro lado da mesa.







“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma



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