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2013/06/30

“Nem todo dia é poesia” – Czar D’alma.

“Nem todo dia é poesia” – Czar D’alma.






“Nem todo dia é poesia” – Czar D’alma


Se eu quero um amor
Que eu seja o primeiro.
Antes que seja o dia
Raie em si a consciência.




Por que as coisas passam
As vidas imprimem na alma
Sentimentos que perduram
Momentos que pedimos calma.

E de tudo que fica
Calada fica a paz.
Se quiseres fidelidade
Procure ser a coisa que faça.




Nem todos os dias são poesias
Nem todas as pessoas são verdadeiras
Mas, antes de procurar-nos outros.
Sejamos o que queremos da parceira.

Homens vêm, mulheres que não se vão.
Os versos serão sempre reais...
Por que nem sempre as pessoas serão.




Não se envergonhe de amar
Se envergonhe de por amor não lutar.
Corra atrás de sua felicidade...
Por que ela corre em gestos magistrais.

Nem todo dia é poesia.
Nem toda carne de paz é vestida.
Nem tudo que vive se ama.
Não se degusta de amor sem vida.




E seu eu quero um amor
Que eu seja amor a cada dia
Nos gestos mais simples
Na alma, na paz ou na ferida.

Quando quiserdes amar
Não messe o preço que convida.
Por que todo o tempo se passa
E com ele se vai a própria vida.




Eu que queria tanto amor
Será que amei quem me queria?
Por que todos os dias que passam
Nem todos eles têm poesia.

Não quero que me toquem
Apenas quero que me amem
Por que nem todo dia é poesia.
Passa o tempo e sem amor quem passa é a vida.




Eu que quero ser amor
Amarei até meu último fôlego ainda.
Por que se as coisas passam, as pessoas não.
Com fome de amor se fez uma nação.

Quando quiseres amar
Entenda que precisarás de predisposição
Por que se me calo agora
A tua voz habita meu coração.




Nem todo dia é poesia
Nem toda carne entende
Por que quando se ama
Ama-se antes a própria gente.

Então aprendo com o tempo
Discorro em palavras
Alguma alma me lê e me acha...
Estamos à beira de amarmo-nos




Com gesto, cuidado e graça.





“Nem todo dia é poesia” – Czar D’alma.


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