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2014/06/14

“Deixa cair” - Czar D’alma.



“Deixa cair”  -  Czar D’alma.

 


“Deixa cair”  -  Czar D’alma.


Deixei cair a xícara
Pra rebuscar a sujeira dentre seus lábios
Onde o café bocejara o gosto de cafeína
E na minha alma sedia como névoa e menina.




Deixei cair a frase dos lábios
Recôndito meu era seu gesto doce e sábio.
Imerge de meus sonhos beijos seus
Que nunca provei, mentiras que nunca disse

Pra deixar cair de seus ombros
Algum ciúme, alguma besteira
Onde eu fosse a brincadeira e a menina...
Deixando cair a solidão, e morando onde a verdade ensina.




Deixei cair meu lenço
Esperei esse nobre cavalheiro passar...
Mil anos de solidão em meus pensamentos
Esperando apenas, por seu gesto em me olhar.

Deixei cair cada coisa
Deixei cair da mesa, da escada, da soleira...
Mas, ainda não caí em seus braços
A única tomada de cena que dei bobeira.
 




Vem com um sorriso teu
Desmancha esse gol contra de copa do mundo




E diz que seremos de novo campeões
Quando o resto ainda não saber cair sorrindo...



A única forma que aprendi de vencer tudo.





“Deixa cair”  -  Czar D’alma.



“Do calvário e da madeira” - Czar D’alma.

 “Do calvário e da madeira”  -   Czar D’alma.
 



 “Do calvário e da madeira”  -   Czar D’alma.


Andei entre os lírios
Conversei com meus próprios sentidos
Entendi que, precisava entender
Que nem tudo estava perdido.

 



Andei em meio as minhas próprias lágrimas
Deixei cada verso meu em meio aos erros e sátiras.
Não faz sentido voltar atrás
Quando não se feriu alguém no passado.

Eu preciso me encontrar com meus erros
Abrir a porta dos fundos, desvendar os medos.
Saber quantas milhas preciso pra encontrar comigo
Morar entre desertos, abrigar os que antes me tinha ferido.




Eu andei entre lírios
Mas, foi entre espinhos que cresci.
Deitei os dias que não foram tão bons
E me permiti que tudo fosse bom sendo mesmo assim, assim, assim.

Enquanto meus passos prosseguirem
Os desertos haverão.
Algumas pessoas sempre estarão comigo
Outras lançar  pedras para nossas vidas preferirão.




Mas, eu andarei entre lírios
Acordarei entre pássaros
Pregarei em meio a lobos
Mas, me abrigarei nos ombros da misericórdia

Por que a justiça sempre aguardará
Os que não entendem o discorrer da verdade
Ficarão presos dentro de cada consciência alheia
E jamais serão libertos, se não atentarem ao futuro do calvário e da madeira.

Onde um é carne
O outro é Deus.
Reunindo consigo um mundo
Onde quem perdoa abre os braços




E finalmente consegue dormir.





“Do calvário e da madeira”  -   Czar D’alma.


“Tanta solidão” - Czar D’alma.


 “Tanta solidão”  -  Czar D’alma.





 “Tanta solidão”  -  Czar D’alma.



Alisa a minha face o vento
Meus olhos se fecham e te encontram
Na mente e consciência sempre dentro.

Alisa o meu sorriso cada brisa
Eu calo a ânsia da saudade
Quando meus braços
Aos seus quadris se atira.




Eu fico bobo, eu canto só, falo sozinho...
Quero cada gesto que só na minha mente acontece.
Acelero o coração, abro o peito e espero
Que num segundo ao lhe ver, tudo se arrefece.




Eu encho meus pulmões de teu cheiro
Eu ando cheirando flores e chamando teu nome.
Por dias irão séculos afora...
E eu guardarei a nossa vida, no peito, na mente e nas nossas horas.

Deixa eu deitar cabeça eu teu colo
Deixa eu poder sorrir outro dia a mais
Pra que o mundo diga que o amor acontece...
Enquanto, as coisas se vão, o tempo se esconde e a vida perece.




Eu vou abrir os braços todas as manhãs
Mesmo que jamais volte-me a sorrir
Por que a vida tem seus acidentes...
E o meu foi me perder de ti.




Quando os automóveis passarem
Jamais lhe trespassarão.
Pois, guardei-te em meus sonhos
Só nunca quis guardar 




tanta solidão.




“Tanta solidão”  -  Czar D’alma


2014/06/09

“Ainda é tempo” - Czar D'alma.

“Ainda é tempo”  -  Czar D'alma.







“Ainda é tempo”  -  Czar D'alma.



Sem noção de tempo
Abraçando o que estamos vivendo.
Sem ameaças de descontentamento
Somando com o que contigo vou aprendendo.

Amar a razão de lhe encontrar
Encontrar sentido sem deixar de notar
Abrir os braços enquanto ainda é tempo
De dizer que ainda se pode amar.




Que teu sorriso seja eterno assim
Sem ameaças de jamais deixar de ser feliz
Com as sombras do passado poder sorrir
Querendo-te ainda em tempo ser em suas mãos, querubim.

Mesmo quando as crianças
Dormirem e a noite em ti existir...
Ainda é tempo de ser feliz
Acordar a esperança,
Sacudir os anseios,
Correr de tudo que é medo...
 



Ainda é tempo de esquecer segredos.
Amar o tom, jamais esquecer o enredo.
Em meio à tudo que ainda somos...
Abrir os lábios comer sem receio ou medo.

Ainda é tempo
De poder abrir os braços e ser feliz
A felicidade não requer currículos
Nem tão pouco anseia por um triz.





Ainda é tempo de chegar
Desfazer as malas
E em meus ombros




Dormir.




“Ainda é tempo”   –   Czar D’alma.