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2011/04/30

Do Homem

       "Do Homem"  






O homem sempre acorda...
Olhando a força que ainda tem na mão
Dos dias de suor e medo
Ele tenta despedir a tal razão


Quando passa o tempo ele chora
Ama a verdade que, sua dona lhe fez...
Doando-se às sementes que a vida
Deitou em seus seios náufragos de seu ser


Da fome ele sempre anda adiante
Quer ainda e muito mais viver.
Seu sorriso é amarelo...
Sua romaria é a lida que pode crer.


Vem, entre os vales
Cala sempre só
Diante das memórias
Aprende com a menina, chorar.


Se deprime com o mundo
Faz amor, pra recordar.
Que é homem não se duvida
Ele quer mesmo é viver!


Anda sempre, abraça tanto...
Que não pensa mais em seus porquês.
Da morte é indiferente
Pensa sempre na terra se chover!


Mas ele deita e se cansa
Canta frio pra sua prole dormir
Quando então se foi a noite, é dia
Percebe que, não tem hora pra saber!


Mesmo diante de seus dias
Quer amar e jamais sofrer
Apela aos médicos, come bem
Mas aos seus quer melhor e mais além.


Tudo isso pra que um dia se reflita
Frente a um jazigo e de seu viver
Que não mata, nunca é eterno
Mas só assim a honra abraça o ser!


Boa noite, minha gente
Tem momentos que nada sei
Senão a minha olhadela
Que encanta, emociona plebes ou reis...


 De quem um dia olhou pra trás,
Sem ter nada que se arrepender!
Apenas disso, sei.

 
Czar D’alma 


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