Seguidores

2013/04/13

“Minha decisão foi o amor” – Czar D’alma.


“Minha decisão foi o amor” – Czar D’alma





“Minha decisão foi o amor” – Czar D’alma


Seja como for
Escolhi crer no amor
Pessoas não precisam entender
O preço de ser fiel eu vou ter.

Seja como for
Me desculpe, não sou belo.
Mas prometo ser real e sincero.




Mesmo que os dias passarem
Eu te declaro que te amo
Mesmo quando os nervos
Em frangalhos estiverem.

Eu já fiz meu papel e decidi
Quero ser pra ti eternamente tenro
Não tenhas medo
Por que não preciso mentir.




Quando nas quatro estações
Seja primavera, outono ou inverno.
Nosso amor será um eterno verão.

Entendo seus medos
E as suas ambições...
Vou me dobrar em mil vezes
Pra nossa casa ser bela e canção.




Seja como for eu declaro
Estar cada dia mais perto.´
Não procuro a tua perfeição
Jamais me envergonho se escolho o que é certo.

Eu sei, eu sei parece mito ou mentira
Mas, ao acordares levo o seu café na cama
Não se assuste, por que isso só faz quem te ama.
Esquece o que lhe fizeram de maldade ou covardia.                                              




Eu sinto tuas dores
Eu adoro o teu cheiro
Não me oponho nem te incomodo
Ao ficar maravilhado dos seus pés aos cabelos.

Pode ser que o mundo inteiro
Não alcance um amor verdadeiro...
Se eu estou no amor, estou por inteiro.




Tu serás minha mulher
Não apenas um alguém
Enquanto for bom para ti você fica
Não tenhas medo, jamais será uma refém.

Seja como for
Estarei do teu lado
Eu sei que ouvindo essas palavras
Parece engano, mentira ou algo engraçado.




Mas, quando os anos passarem
Você há de olhar para os céus




E dizer à Deus, muito Obrigado!




“Minha decisão foi o amor” – Czar D’alma. 


“Quando preciso de mim” – Czar D’alma.


“Quando preciso de mim” – Czar D’alma





“Quando preciso de mim” – Czar D’alma




Às vezes não me lembro de agradecer
A cada gesto que Deus me deu por prazer.
Sei que muita coisa nem sei fazer acontecer...
Mas, estando em mim, gosto de pensar em você.




Nem me lembro bem de minhas noites frias
Quando ao saber se estás bem ou sozinha.
Tenho um fado na alma pra cantar...
E uma foto sua pra poder sonhar.

Não sei bem o que lhe deu
Como as coisas aí dentro aconteceu.
Sou feliz por precisar de mim...
E muiito mais pela vida que você me ofereceu.




Sei de uma canção bonita
Sei que a vida um dia se finda
Eu ando em meio às minhas armadilhas
Eu que preciso de mim, te faço minha ilha.

Hoje eu acordei com lágrimas tuas
Não sei como as coisas tu a elas te acostumas.
Sendo feliz você, sei que é coisa oportuna...
Então não irei mais sofrer coisa alguma.




Eu que preciso de mim
Acabei me escondendo em você.
Uns dias acordo comigo...
Outros tu és meu próprio ser.

Sei que as coisas se iniciam
Sei que estas e quase todas terminam.
Quero saber se estás bem, tu nem imaginas
Como sou feliz por saber que existe um você.




Dentro de meu quarto eu sou um álamo
Mas de que estás distante não me gabo.
Então esse cotidiano faz por si seu plano
Os dias estão passando, nem sei se acabando.

Eu que preciso de mim
Faço retalhos de coisas que perdi
Ofendendo a minha memória que diz...




É de mim que ando precisando.





“Quando preciso de mim” – Czar D’alma


2013/04/08

“Uma menina e sua ferida” – Czar D’alma.


“Uma menina e sua ferida” – Czar D’alma.







“Uma menina e sua ferida” – Czar D’alma.



Eu recolho as flores de mim
Eu tenho a frase guardada como cetim.
Deito-me em casa e adormeço em meus abismos.
Mas, quando estou só, me viro e sangro cinismos.




Eu recolho-me comigo
Deito cada gesto que jamais fez, meu marido.
Eu sou uma canção sem compasso
Eu sou, ou não sou o que penso e faço.

Uma menina que ama o regaço
Um olhar que é de onde me desfaço
Retalho-me comigo e não me acho...
Eu ainda preciso de algum, alguém, um abraço.




Sou a lágrima em campo de concentração
Sou a coisa que querem esquecer do alemão.
Então, o que sou, senão a dor esvaziada
E ainda em vão.

Uma menina doce cheia de amargor
Quando eu fui feliz, não foi o professor.
Em tempos de sorrisos, ninguém me deu a flor.




Ainda canto, danço e choro só
Olho nos olhos dos homens
E não sei o que é pior.
Uma menina no campo sem roupa, e com nó.

Eu sou a canção de Milena
Uma bailarina em sua própria cena
Um tango sem sedução
Corpo sem flores nem caixão.




Ando comigo e não me basto
Quando entendo o verso
Eu sou um lugar vazio e vasto
Onde é que entrego esse elmo.

Calo e corro pelos campos
A procura de amigas minhas...
Mas me esqueci, nunca me disseram
Da vida vivi recolhida e sozinha.




Sou a rosa do povo sem flor
Um camaleão sem cheiro ou cor
Mas,  quando acordo
Olho pros céus e me pergunto...




Onde habita 




o amor.




“Uma menina e sua ferida” – Czar D’alma.



2013/04/07

“O que não vai existir” – Czar D’alma.


“O que não vai existir” – Czar D’alma






“O que não vai existir” – Czar D’alma


Se eu soltar a voz desde o início
E tentar me livrar de mim.
É como encontrar o próprio abismo
E acordar sem lhe ter por aqui.




Eu vou decifrar o seu enigma
Pra poder degustar de ti.
Parece coisa de sina
Mas eu prefiro assim.




Eu sei que é amor
Eu sei o tamanho da dor
Quando lhe vi partir.
Tudo era belo, mas eu nunca vi




Se eu calar a minha voz
Terei uma cigarra dentro de mim.
Anunciando toda a estação
Mas sofrendo sem ter o seu fim.




Quero o dia mais lindo
Quando foi que te conheci.
Vou apanhar com as mãos estrelas
E lhe entregar como prova de amor sim.

Se detenho os meus gritos
Recanto o sonho desde o início
Mas eu sei que não serei feliz.
Pras ruas dou seu nome para poder sorrir.




Comemos juntos, dormimos além
Quem poderá dizer que não foi assim...
Por que meu porto era seus braços
E o seu era brincar de ser feliz.




Então calei, a poesia chorou
Os pássaros nem cantam mais.
Você colhe plantas e não mais flores...
O que fazer quando se aprende que não se sofre mais.




Calou meu ser... 
Cantou em si.
A dor que parecia não existir
Agora ela dorme dentro de mim.




Acordando em sonhos
Gerando frustrados planos
Eu corro para o oceano
A procura de algo a mais...




Que sei que 




não vai existir




“O que não vai existir” – Czar D’alma