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2012/12/30

“Eu, Melhor de mim”.

    Eu, Melhor de mim”.    -    Czar D'alma
 
 
 
 
 Eu, Melhor de mim”. - Czar D’alma
 
Hoje eu vou abrir os braços, me amar
Entender a distância que a vida traz e
Agradecer a quem ao meu lado estar.
 
Eu ando cheirando o mar, deitando flores.
Para aqueles que respeitam o meu sofrer
E dizer pra vida não me amargar.
 
Se eu estou em Cristo, muito além que feliz cantar,
Mas, sonhar com os que andam sobre o mar,
E querendo você, eu posso te abraçar sem mal, sem culpar,
Pra isso nasci nele que, morreu pra eu poder sim, perdoar.
 
Eu ando chorando comigo, dançando só, sonhando com amores...
Mas, no fundo entendo que é de seu beijo doce que, trago louvores,
Quando estou só é de ti que me visto pra vencer
Essa dor que insiste em me naufragar.
 
Eu sou de carne, mas vivo pelo verbo de Deus,
Sim, não sou perfeito, mas o melhor de mim,
Continua sendo – EU!
 
 “Eu, Melhor de mim”. - Czar D’alma

“Último dia de felicidade” - Czar D’alma.

  
Último dia de felicidade       -       Czar D’alma
 
 
 
“Último dia de felicidade”  -  Czar D’alma.
 
No último dia de minha felicidade...
Eu colhi algumas flores, semeei outras sementes.
Andei com crianças órfãs e abracei idosos
Tudo isso no último dia de minha felicidade.
 
No último dia de minha feliz idade
Andei comprando coisas verdadeiras e doando aos amigos
Pessoas passaram por mim, algumas me abraçaram,
Outras, sequer delas, um sorriso levei.
 
Por que no último dia de minha felicidade a vida se escorre
As plantas de tão lindas em nossas almas morrem...
E a saudade arde como fogo, e o amor deixa frases de delírio na boca.
Tudo isso pelo último dia de felicidade que tive...
 
Um amor que me aporta e me dê um beijo de boa noite
Aquela voz que, não mentindo disse me amar, parecia uma peça.
Mas era apenas o último dia de minha vida feliz
Que meu amor sequer nasceu pra poder me abraçar e então...
 
Deixo meu último dia de felicidade nesse papel, nessa tela e nos seus olhos...
Pra quem sabe, na tua felicidade tu te lembres de que alguém poderia estar ali...
Onde seus sonhos e felicidades não lhe são suficientes, mas em mim,
Elas me fariam a razão de existir
 
Família, filhos, esposa, maridos, amigos e abraços ao redor da mesa.
E o último dia meu de felicidade estará contigo, quando sorrindo lembrar.
Esse meu insípido amigo bem que, poderia estar aqui.
 
Czar D’alma  -  Poeta e conservo.

“Ainda que não floresça, sou”

  
Ainda que não floresça, sou” – Czar D’alma.
 
 
 
Ainda que não floresça, sou” – Czar D’alma.
 
Era um sonho, um cadafalso de meu ser
Ou apenas, um delírio ao ousar-me.
Ser chamado por você.
 
Se tu me contemplas ouve a minha dor
Carrega comigo essa cruz e me ajuda
A suplantar o que dentro de mim
Ainda não passou...
 
Escuto a sua promessa e sei que
Ela ainda em mim não chegou
Pode ser que a figueira não floresça
Mas, em mim sei que é fiel o que jurou.
 
Eu sou de ti ainda que a dor grite não
Por ser a vida uma roda de esperanças
Eu amparado por tua voz, promessa e Palavra,
Tomado dessa graça e misericórdia vou e estou.
 
Eu sou de ti, Senhor! Deus de amor!
 
Czar D’alma “Ainda que não floresça, sou” –


 

2012/12/24

A Mulher Que Traz O Lenço

 "A Mulher que Traz o Lenço"   -   Czar D'alma  
 
 
 
 
 
 
“A mulher que traz o lenço”
 
Quando a lágrima me acalentava
Ao redor amigos que silenciara
A dor que me adornava calou
Então, nasce um gesto seu.
 
Sombras minhas de quando a solidão grita
Tu me chegas e com teu lenço me aconchegas
A mulher que traz o lenço e cala a lágrima
Ainda esta em meus pensamentos, minha página...
 
Quando em mim eu percebia um fim
Que ao gesto de um lenço teu me consola
São nos teus braços que encontro de fé a profissão
E de enredo a verdade que me acalenta a canção.
 
Eu vi a lágrima calar frente ao lenço da mulher
Enquanto ouvia história de um homem quase-nada
As coisas parecem mentir, mas só os homens têm essa Prada
Pois só o caminho de quem ama veste a nudez que não se alarga.
 
Quando a mulher que traz o lenço dorme na casa
São os versos do poeta que consolam
Enquanto esta ainda não acorda
Ao lado de quem tanto lhe agrada.
 
Czar D’alma - poeta
 

2012/12/23

Graça que chama pelo Teu Nome

 "Graça que chama pelo Teu Nome"  -  Czar D'alma
 
 
 
 
“Graça que chama pelo teu nome”  -  Czar D’alma
 
Quando as flores dizem não
Quando o vento em seu silêncio
Toca em tua alma, tua canção...
 
Sou verso da graça, sou menino de Deus
Encontrado sem equivoco, abraçado desde o início
Eu sou o que abençoa, abraça e ama
Um Jordão, um azeite, uma canção que clama.
 
Deus esta nos versos de minhas esquinas
Nas minhas fraquezas ele tira de mim a letargia
Quando em quando se me enganam, continuo
Com um pouco de dor, sofrendo, mas não fico sujo.
 
Por que Ele me ama, e desde então outra história se faz
Desde quando acordo é com Ele, por Ele e pra Ele...
Que doendo a minha risada se faz.
 
Eu ainda sou de Cristo, até que ele não me queira nisso...
De amar todo dia, mesmo quando em minhas costas
Cantam frases, soltam ironia, mas se esquecem
Quem começou a obra não acaba ou sai, enquanto não termina.
 
Czar D’alma – poeta
Feliz Natal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  Cristo está VIVO!!!!
 

2012/12/17

"O Meu Livro, História e Enredo"

 
 "O Meu Livro, História e Enredo"  -     Czar D'alma 
 
 
 
"O Meu Livro, História e Enredo" - Czar D'alma 
 
 
O sal do mar me tempera os sonhos
O doce que meu imaginário adormece
É um jardim guardado por querubins
E por um gesto mágico, místico chamado, você.
 
Quando escuto seu nome são os meus nervos que emergem
Quando a rosa que pousa em meus olhos traz-me saudade
É de ti que, minha boca se enche de água e de luz a minha alma.
 
O sal tempera meus sonhos
Que meus sentidos servem-me à mesa do medo.
Há em mim lugares jamais habitados
Senão por você.
 
Eu te agradeço a alma e a carne
Eu te agradeço quando acordas ao meu lado,
Quando dormes cheia de medo, mas agarrada.
Ao meu braço, ao meu peito e ao meu reinado.
 
Se houver algum paraíso além de ti...
Seja eu a negá-lo se você não em mim, existir.
Quando o sal do mar banha meus segredos...
Enfim, lembro de que vivi da vida a magia.
 
Mas é justamente em você que vivo
O meu livro, história e enredo.
 
Czar D’alma

Meu silêncio

  "Meu   S i l ê n c i o" 
 
 
 
“Meu silêncio”  -  Czar D’alma
 
Fiz do silêncio o meu habitat
Dei a mim o poder de calar
Para que assim eu me justificasse
E parecesse mais humano que a dor.
 
O silêncio que me adorna tem seus discursos
Os mais doces que escuto são aqueles que a mim
Eu mesmo os digo...
Afora estes, outros que me arrazoam e declinam lágrimas,
São esses que justamente me mostram a necessidade de amar.
 
Eu ando comprando silêncio, vendendo a palavra, doando gestos...
Mas no fundo de todo meu silêncio, algo em mim, Já não quer calar.
Faço do meu silêncio um filme onde alguém possa me amar...
 
Seja homem, ou a mulher, espera o silêncio em cada alma
Pra ser feliz, não ter de gritar.
 
Hoje eu vou me calar, pois olhando pro lado
Já não tenho mais ninguém pra me escutar.
Senão o silêncio que me habita
E que me ensina para com Deus falar.
 
Czar D’alma – poeta.

2012/12/14

" Q u a n d o F l o r e s "

 "Quando Flores"   -    (Czar D'alma)  
 
 
 
 
Quando as flores gritarem
Aos seus surdos ouvidos
Em tempo que foste cuidada
Como a flor que do mel, nunca antes roubada.
 
Quando as flores murcharem em tua janela
Não deixe suas lágrimas caladas sem respostas
Pois, tu quiseste todo um mundo seguro.
Onde nada deste mesmo mundo se firma...
 
Quando as flores em tua sala
Indagada pelos filhos de teus filhos aflorarem
Não te detenhas em ligar o nome de tuas lembranças
Quando sendo mulher, foste mais amada que a criança.
 
Mas, se as flores secarem...
Lembras que as rugas também,
Onde os homens querem a carne tua
Mas, a sua alma eles vendem e muito bem.
 
Sem rosas, mas com todo espinho...
Que jamais a vida assim, lhe convém.
 
 
Czar D’alma – poeta e conservo.
 

"Deslizes nossos de cada dia"

“Deslizes nossos de cada dia”      (Czar D’alma)
 
 
A lua diz pra mim
Coisas que só as lágrimas entendem
Pessoas que nos roubam a felicidade
Não sabem onde escondê-las
 
O sol ilumina a minha paz, queima a minha dor
Enquanto eu digo coisas lindas, quentes ao meu amor
Me engano com a esperança de que eu seja
Aquela chama que ela espera num amor.
 
Os dias me contam histórias fortes, algumas fantásticas
Mas nada se compara com a minha alegria
Quando sei que mentindo me fazes declarações dramáticas
Como um sonhador eu corro atrás do vento, cato pipas
 
Mas é justamente quando a noite cai que descubro
Que o mundo não passa de fantasia, esperança e delicias.
Uns acreditam nisso, outras acreditam na preguiça.
 
Czar D’alma   –   poeta
 

"Sem Entender"

Sem entender        (Czar D’alma)
 
 
 
Eu só queria saber o preço da maldade
Quanto custa a sua traição
Por quantos engodos tua alma se refaz.
 
Eu só queria saber de qual sabor
Sua língua degusta quanto esta a difamar
 
Eu não entendo de muita coisa...
Mas nada disso eu me declino a aprender.
Por que as suas maldades te corroem
E apenas a tua ignorância pode sorrir
 
Por que os dias não fazem médias, nem dão horas a mais
Pois, para a sua cama há de ter algum remédio.
Para que, de alguma maneira tu te faças esquecer.
O quanto tu pagas para que o outro jamais tenha paz ou prazer.
                                                                                                                               
Eu só sei que quem pode mudar a cada e toda história...
Jamais se agrada, quando te percebes assim em seu ser,
Híbrido de esperanças, mas ébrio de mentiras, máscaras...
E de seu próprio jeito de fugir e sofrer.
 
Czar D’alma – poeta e conservo