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2013/12/26

Poesia sempre é um assunto de se degustar! Parece ter haver mais com culinária do queDesdenho mar– Czar D’alma


A lágrima consome a saudade
Pra alma poder dançar.
A quem pense sempre no bem
Mesmo quando nada bem não há.

A saudade alimenta a marcha
Da maneira que a gente anda
Sim eu sei, chegaremos lá.

A cada semente empoeirada
Marcada pelo gesto daquela gente pobre
Cheia de riqueza a compartilhar...

Quem olha o passado come lágrima e sal
Uma salada estranha, mas que todo mundo.
Um dia na vida há de experimentar.

Um menino à beira da janela grita a mãe
Pedindo pra esperança nessa noite possa
Ser a mais ilustre convidada pra jantar
Ainda que a comida não esteja aqui ou acolá.

Deitamos norte e noroeste, sul, verso e sudeste.
E o Brasil já não sabe que sotaque ele terá

Essa criança suja e mimada
Espera a hora de se alimentar.

Mesmo quando todos estão acordados
Essa criança se isola,
Querendo coisas novas pra brincar.

Eu abro a carta, forro a mesa...
Espero que a comida chegue
Antes mesmo deu voltar.

Por que as aguas estão levando vidas
Os nossos olhos já não podem mais chorar.
Por que tudo aqui é pura seca, lama e mar.

Então vamos todos para a sala
A copa do mundo vai começar...


Desdenho mar– Czar D’alma. .

http://poemasdalma.blogspot.com/
simplesmente literatura... Mas enfim, estamos disponibilizando poesias pra quem gosta de degustar e pra quem gosta de ler! Espero que possamos ter, bons cardápios pra ambos os "tipos" e "gôstos"! Obrigado & Carpe Diem! sem mais, Czar D'alma. ( escritor e poeta ) Carpe Diem & Soli Deo Gloria!
Poesia sempre é um assunto de se degustar! Parece ter haver mais com culinária do que, simplesmente literatura... Mas enfim, estamos disponibilizando poesias pra quem gosta de degustar e pra quem gosta de ler! Espero que possamos ter, bons cardápios pra ambos os "tipos" e "gôstos"! Obrigado & Carpe Diem! sem mais, Czar D'alma. ( escritor e poeta ) Carpe Diem & Soli Deo Gloria!

2013/11/10

"Do direito à felicidade" - Czar D'alma

“Do direito à felicidade” – Czar D’alma. 






 "Do direito à felicidade"  -  Czar D'alma


Dou-te o direito à felicidade
Entra pelas portas brandas da consciência
Mas, empenha-te em sua própria liberdade.

Casa-te consigo
Deleita-se com o verbo
Não caia da mediocridade.

Dou-te direito à vida
Ame-me alguém
Em mil segundos sou feliz
A felicidade que é ferida e bem.




Então, dou-te seu próprio direito.
Defraudo o “tu” que a ti convém.
Em seu sorriso eu fui feliz...
E nem sei quando a felicidade me advém.

Outros dias se passaram
O vento levou o tempo de aquém.
Hoje em lida de delírios sorrimos...
O sorriso que não pertence a ninguém.

Mas, dou-te direito à felicidade.
Que nessa cidade ninguém tem.
Desejo-lhe dias de prazer e de poder
Esse poder que não tem dono, senão refém.




“Do direito à felicidade” – Czar D’alma.

2013/10/11

Outra forma efêmera de andar - Czar D'alma

 Outra forma efêmera de andar. -  Czar D'alma





Outra forma efêmera de andar  -  Czar D'alma
 

Se dos rios da vida eu beber
Cada coisa tem seu néctar
E tu és o meu doce e mel.

Se dos rios de mim
Descer cada fragrância
E perfumar toda a esperança.

Sim, será o meu baluarte.
Quando enfim, em mim destarte.
Minha hora é chegada e meu amor também.
Então eu acordo, abro a janela e pra mim mesmo digo, amém.

Os dias não serão de conflitos.
De conflitos sejam os cardo esquecidos...
Por que em mim há.
Cura, lágrima, esperança e gemido.

Outra forma efêmera de andar.

Quem entende o seu próprio sorriso
Jamais de si mesmo irá se desesperançar.
Minha alma que não sonha, o meu verso que não adormece...
E cada dia é 


sentença, verso e prece.




 Outra forma efêmera de andar  -  Czar D’alma.

2013/09/20

“Destino e desapego” – Czar D’alma.

 “Destino e desapego” – Czar D’alma.
 



 “Destino e desapego” – Czar D’alma.

Se hoje o tempo calar escute.
Por que as coisas que passam
Sempre estarão conosco,
Mesmo quando o vinho resguarda o antigo gosto.

Se hoje o tempo calar, tu te abrigas.
Por que em todo tempo é tempo
De as mãos estender em meio
As próprias feridas.

Cale a voz da ignorância
Nos doces gestos da criança.
Por que hoje é tempo de calar
Agir a verdade e deixar a mentira fugir.




Eu não tenho mais tempo
Senão para viver e amar...
Quando a maresia beijar seu rosto.
Defina quem tu és do que ainda tu serás.

Eu ando em meio à sorte grande
Aprendi a perder, venci os meus medos.
Hoje eu guardo de mim o que é vitória
Por que a derrota jamais guardará segredo.

Ainda assim rebusco e amo...
Meu destino, arranjo e desapego.
Onde as coisas se encontram e eu
De mim faço o próprio 


samba, valsa e enredo.





“Destino e desapego” – Czar D’alma,


2013/08/14

“Glória pra o homem coroa de vitória”

“Glória pra o homem coroa de vitória - Czar D'alma"



 
“Glória pra o homem coroa de vitória - Czar D'alma"


Tive meu tempo pra chorar
Olhar para trás e voltar a pensar.
Das coisas mais doces da vida
Sei beijo dá sabor enche minha boca d’agua.

Quem não olha a vida
Nem nunca para pra fisgar
Coisas que o passado comeu
Sem tempo pra saudade degustar.




Cada homem tem sua glória
Tu és da minha vida a vitória que me traga
O doce sabor do que a minha saudade pregava
Quando em minha solidão lhe vi em mim, chegada e trégua.

Tu que me amas quando eu ainda sou nada
Me embriago com seu sorriso
E ao seu lado estou de volta em casa.
Meu verso livre de toda dor, destarte a mágoa.




Ah menina doce, entra em minha vida.
E traz de volta a força das ondas e suas águas.
Quando estou em seus braços eu sou mais feliz
Quando mergulho em seus beijos a felicidade nem me disfarça.

Doce é seu caminhar ao meu lado
Suave é a saudade quando não estás
Mas, quando escuto teu cheiro...
Estou de volta a nossa casa.




Minha esperança perdida
Não estaciona em nossa garagem
Meu silêncio tem em ti sua própria palavra
Meus tormentos se calam por causa de sua saliva molhada.

Eu quero mais e mais você.
Despertar feliz ao lado seu todo dia
Isso pra mim é que é vida...
Minha sentença, minha menina, minha alegria.




Dou de caras com meu sorriso de manhã
Quando abro os braços e lhe vejo andar sobre as aguas
Pra adormecer em mim seus medos...
E acordar suas maiores fantasias.

Tu és sim, minha menina.
Minha doce harmonia
Meu xeque-mate pra melancolia
Minha mulher, minha cura e ferida.




Quando os deuses se calam
Meu refrão de felicidade é teu nome
Quando o medo se vislumbra
Minhas inseguranças em ti são todas vencidas
Eu ainda escrevo com o corpo o que o poeta chama de poesia.

Minha glória é lhe ver feliz em mim, em ti em si.
Pra que o mundo seja maior, quando abrires os braços.
E deslizares em meu corpo cada dia feliz e suas fantasias
Por que eu vou te amar melhor cada vez que me chamar de minha companhia.




Eu sou feliz, mas em ti sou completo.
Quando me calo, você decifra meus versos.
E a gente ainda faz amor com a primeira energia
Mesmo quando o mundo é todo silêncio, a gente faz sinfonias.

Mas agora eu paro, na tua frente me calo.
Pra contemplar em ti essa minha glória
Essa minha ternura de menina...
Meu sonho, desejo e harmonia.




Tu és toda minha...
Glória pra o homem coroa de vitória.
Na minha olimpíada de vida.
Sentença de felicidade jamais perdida.

Tu és meu sorriso escondido
Dos tempos meus de alma sofrida.
Uma esperança vívida
Uma alegria que apenas se inicia...




Quando abres os braços e me dizes
Sou tua mulher, esperança e cura de todas feridas.




Glória pra o homem coroa de vitória - Czar D'alma.




P.s.: Para Glória Fraga com carinho.
Com amor sempre.