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2013/06/08

“Estranho ardor” – Czar D’alma

“Estranho ardor” – Czar D’alma





“Estranho ardor” – Czar D’alma



É estranho como em pedacinhos
Se faz um coração num instante vão.
Se vão os sentidos, se perde a razão




É engraçado como perdemos
O que mais estimamos
Sempre esperando da vida
Um mais novo trunfo.

Não sei do que me calo
Não sei por que escolhi o, eu te amo.
Quando em tudo se perde...
Maiores são os meus danos.




É estranho como se escorre pelas mãos
Os momentos tão fortes que antes outrora
Estava à beira de nossa maior ambição.

Detalhes fúlgidos
Palavras frias...
E de noite se faz o dia.




Cada momento, cada detalhe...
Que escorria das palavras
Mesmo sendo lindas
Estas de sábias não se vale.

Me dê o seu sorriso
Pra eu poder chorar em paz.
Dias que fiz em nome de quem
Se foi ou de quem ainda se vai.




Não entendo da vida o sentido
Do amor os rios e os abrigos
Só me perco comigo e isso não
Me parece nada mais que sofreguidão.

Me dê um colírio pros meus olhos
Me faça um poema quando a noite não.
Diga-me coisas tenras e doces
Pra minha alma sair dessa combustão.




É tão estranho como você me deu
Um enorme mar e quase pensei em apogeu
Mas, logo tudo passou e no deserto
Eu vi mais que poeira, eu vi o meu eu.

Me delira uma noite a mais
Me faça uma canção de paz
Preciso de um amor, de um coração
Quem me dê beijos e não cobre coerção.




É estranho o nítido sonho
Quando abrir os olhos era viver
E morrer não parecia ser medonho.

É  tão estranho, é tão estranho...
Que olho pro meu peito
E o buraco não sei o tamanho.




Então o que me resta
Acabar com a noite, sair da festa
Mas esperança sempre me regressa




Por que o amor não.





“Estranho ardor” – Czar D’alma



2013/06/05

“Eu estarei sempre com você” – Czar D'alma

“Eu estarei sempre com você” – Czar D’alma.





 “Eu estarei sempre com você” – Czar D'alma


Eu prometo a você
Eu prometo que o que acontecer
Estaremos sempre juntos...
Mesmo que ambos não consigam ver.




Eu sou de todos os momentos seus
Um lábaro consente em lhe dar prazer
De coisas montantes que dissemos
Só temos muito a agradecer.

Por cada gesto e esperança
Por você ter viajado em meio ao medo de criança
Eu estarei sempre com você
Por que a vida é cantiga, ciranda e dança.




Pelos momentos de mãos dadas
Pelas frases inesperadas
Eu estarei sempre com você
Mesmo quando não entendes quase nada.

Quando cada canção disser de forma detalhada
Que o que vivemos não foi em nada, uma coisa equivocada.
Eu estarei sem por você, feliz em feliz lhe saber...
Por que o amor não exige platéia nem poder.




Estaremos em nossos lençóis
Quando no frio nos sentirmos sós
Por que um sabor desde a língua há de saber
Que estarei sempre esperando por amar você.

Que os amigos não entendam
Que os parentes não compreendam
A gente em tudo como lidar irá saber
Que é muito bom quando esperamos o sol pra nascer.




De toda a ferida não curada
Quando a saudade estiver
A cem por hora na estrada...
Por que a vida é riso e não é piada.

Eu estarei sempre com você.
Quando a lua estiver tão só
Ao ponto de me fazer em nada de ti esquecer...
Sorrisos, beijos, gracejos e passeios de mãos dadas a permanecer.




Sim, eu estarei comigo por fora
Por que dentro só me cabe você
Com uma canção na memória
E a nossa vida pra sempre em vossas histórias.

Estarei quando sentires vontade de chorar
Quando disser sozinha que queria a minha pegada.
Em minutos de silêncio e sabendo...
Que ninguém a vossa volta não entende nada.




Pode parecer uma fuga
Alguns até irão dizer...
Mas quem esteve conosco
Percebe a força do que é um ao outro ter.

Com preço a resgatar
Sem contas a pagar
Estarei como um redentor
Com braços abertos por lhe amar.




Por que os dias que se foram
Com o prazer de contigo estar
Em nada há de se comparar...
Com a certeza por amar e sem medo de viver.

Por que cada coisa que de passa
A gente de tudo faz um relato
Deixa na memória um momento
E no coração esta vosso retrato.




E sempre contigo pra tudo vencer
Sempre estarei com você.
Com poucas palavras...
Mas meu dicionário é lhe ter.

Onde os amantes não encontram
Eu lhe esperarei
Com a alma na mão




E o coração em você.




“Eu estarei sempre com você” – Czar D'alma.


2013/06/03

“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma

“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma





“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma



É dentro do gosto da vida
Que seus lábios têm meu sabor.
É quando a força dos sentimentos gritam
Que escutas o teu nome em eco ou na minha dor.




Não sei...
A gente até poderia ser feliz bem mais.
Não sei...
A alma alcança o oceano em nome da paz.

Mas pra mim ainda existe um dissabor
Dizem que aprendi amar, mas só sei da dor.
Quando os lírios dançam, eu me lembro de você
É quando eu minto que minha lágrima não quer assim fazer.




Vem! Faça-me sorrir em nome da paz.
Cadê aquela tua força de me dar prazer cada vez mais...
Se estou distante de ti, ainda estou sem mim.
Mas, quando chegas meu inferno tem seu fim.

Mesmo que as alianças mintam
A gente não irá fazer isso jamais...
Correr do mito, abrir o oceano no grito
Para que a vida seja sempre um pouco mais.




Não sei...
Pode ser que amanhã irei sorrir
Não sei...
Por que de tudo o mais fácil é desistir.

Ainda procuro pelo seu rosto nos meus anais.
Quero sempre um abraço do dia que fizemos amor e paz.
Mesmo que precise de colírio há em si tudo um ensino...
Quando abro os braços e o vento me lambe é de ti que preciso.




Não sei, por que não invento uma cela a mais
Por que de tudo que vivemos só eu fiquei em alcatraz.
Não devia ser assim, por você ou mesmo por mim...
A gente com medo de ser feliz desaba da vida como aprendiz.

Sou o ser que vive um segundo de tensão do bem
Querendo um jeito de lhe trazer de volta ao peito
Detalhes que o rei discerne, descreve e parece não haver jeito...
Ah, me perdoe, mas eu preciso do que é quase imperfeito.




Sim, eu preciso de você
Quando mesmo nem imaginas o porquê.
Sou algo e não sou ninguém quando meus olhos não lhe vêem.
Mas, a cada dia a saudade me adormece, mas me diz que preciso de alguém.

Somos o que não damos pra ninguém
Vamos aonde a alma se esconde e se sente bem
Mesmo quando tudo vier a terminar...
Ainda terei seu sabor no corpo, e sem querer me lavar.




Ainda bem que eu preciso de mim
Pra dizer-te coisas lindas que não sei o por quê...
É no delírio da vida que seu corpo no meu faz maravilha
E é quando somes em meio à noite que minha alma se sente perdida.

Sim, eu sei como me esconder de você
Assim que o sol e a noite juntos derem prazer.
Não sei, o que de mim, melhor ou pior
Alguém ainda pode fazer, inverter e tecer...




Enquanto eu ando com a lua
Tu andas sempre na sua
Eu com a mão na saudade
E você com os dedos na maldade.

Dizendo não com sua mão
Não terás de si o que ainda deseja
Você acorda comigo e me beija
E eu ainda não sei onde quer que tu estejas...




Estás tão distante




Mesmo do outro lado da mesa.







“Do outro lado da mesa” – Czar D’alma