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2019/01/31

Sem cansaço - Czar D’alma.



Sem cansaço  -  (Czar D’alma)




Sem cansaço  -  Czar D’alma. 


Dê um tempo pra pensar
Naquilo que se foi
E que poderia aqui estar




Arrume um jeito pra ser franca
Abrace o jeito certo
De voltar a ser criança




Medite no que o tempo diz
Desaperte do peito
O que a saudade lhe quis




Mesmo em tempos de dor
Um amor pode acontecer
Diante do futuro o verso vem
Basta abrir os lábios pra saber.




Teu delírio foi acreditar
Que jamais poderia amar
Tendo tanta gente aberta
Apertando a vida pra se doar.




Uns andam a procura da verdade
Mas não percebem o que diz a mentira
Que levaram no caminho da lealdade.




Eu tenho um livro e uma mesa
Pode ser tão pouco, mas é ali...
Que eu ponho a refeição e a tua beleza.
Mesmo que não perceba quando digo




Ainda que preferes desiludir
Um dia adormece a noite e acorda
O que o coração guarda na certeza.




De lhe abrir os braços
De lhe ter no amasso
Dos tempos perdidos
E nem sequer por isso, 




nenhum cansaço.



Sem cansaço  -  Czar D’alma. 

2019/01/30

Ela e seu diamante - Czar D’alma



 Ela e seu diamante.  Czar D’alma




 Ela e seu diamante.  


Ela se debruçou sobre o espelho
E viu um rosto estranho
De quem se foi e sempre está




Ela sorriu distante ao próprio olhar
Ela ainda esta querendo amar.




Ela tornou seus dias em diamantes
E ainda pensa que pode dormir
Sobre o mar.




Seus dias e suas noites são luzes
Que ela insiste em apagar.
Quando não são rios
Seus olhos chegam a naufragar.




Ela se olha no espelho e ainda jovem
Pensa sua mente estar...
Enxerga a velha presa na parede
Não tem com quem conversar.




E dorme com os dias que passaram
Acorda com um futuro que há de chegar
Onde tudo é ouro, amor e diamante
Ninguém a lhe machucar.




Ela linda e presa na estante
Nem sabe quão distante
Seu coração deseja pousar.




Prendada e amada fora em outro instante
Agora ela olha pra foto e pro espelho
Quer ver a menina que sempre soube admirar.




Ontem ela gritou pra veia do seu sangue
Amou o momento em que pode se tocar.
Esta coisa que nunca chega e esta avante
Ela tenta um dia retornar.




Ela é seu próprio diamante
Seu mundo nunca lhe foi interessante
Mas interessou quem lhe pode enxergar.




Uns dias somos como a pedra em fundo mar
Outros somos o ar que passa nos pulmões
E ninguém a nos esperar a noite no jantar




Parece que a solidão sempre foi a sua amante
Ela que tanto amava aquilo que podia abraçar...




Cada dia a gente imagina alguém na estante
Mas ninguém nunca quer ir pra lá.




Um instante, um ar ofegante
Uma vírgula que soube 




como amar.




Ela e seu diamante.  (Czar D’alma). 

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Tu, minha canção. (Czar D’alma).



Tu, minha canção. (Czar D’alma)




Tu, minha canção.




Enfim nos versos de meu horizonte
Pude escrever suas montanhas entre meus vales
Percorri o delírio que dentro da floresta cabe




Enfim, revesti-me dos momentos vãos
Então cada dia será uma lembrança
Uma amnésia de puro encanto.




A água do rio grita por tudo que amamos
Onde mora o destino vislumbra o infinito
Por que os sonhos são feitos de pedra e ardor
E em meus sentidos mora ainda aquela dor




No que persisto mais, mais me foge
A delícia ainda fica no par e na dança
Por mais que eu seja teu homem
Habita-me a tenra criança.




Voo nos alpes da saudade
Pairo nos desejos e nos porões
Onde eu sou um verso




E tu a minha canção.



Tu, minha canção. (Czar D’alma)


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