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2013/07/20

“Quando não as flores” – Czar D’alma.

“Quando não as flores” – Czar D’alma.




“Quando não as flores” – Czar D’alma



Quando não as flores
É de ti eu sinto o frescor
E me rendo em amor.




Quando não os amores
Eu volto e beijo as flores
De braço com amigos
Onde os versos não têm dores.

Quando não as flores
É de ti que me embriago de vez
Colhendo do por do sol as vozes
Que me negaram diversas vezes.




Quando não as canções
Eu vislumbro dentro o coração
Eu rego, cuido e planto no meu jardim...
Aonde a força só vem do refrão.

Quando não as flores
Lembro-me das coisas que se foram
Dos amores e das friezas nas mãos vazias
Por que quando se ama toda a alma brilha.




Quando não tenho as flores
Eu peço perdão aos erros meus
Onde eu sou o rei e o próprio plebeu
Por que quando não são as flores...
É do cheiro da saudade que adormeço todo o meu breu.

Quando não me entendem eu canto
Quando não canto eu choro
Mas quando sou lágrima sou rei
Das coisas mais lindas que um dia amei.




Quando não as flores
Os versos amigos que tu me trouxe
Eu me embriago e deixo largo o sorriso
Por que pra ser feliz todo dia disso eu preciso.

Quando as flores se vão
O outono me rouba a tez
Deito-me com as lágrimas de verti
Por que quando eu sou amor...




Sou todo de ti.




“Quando não as flores” – Czar D’alma.



2013/07/17

“Quase desespero” – Czar D’alma.

“Quase desespero” – Czar D’alma.




“Quase desespero” – Czar D’alma


Eu já não sei o que fazer
Com todo esse vazio em mim
Dentro dos sonhos que somente eu
Ao seu lado pude construir.

 


Não sei como suportar a dor
E da vida não sei qual rumo tomar
Quando as estrelas são como lágrimas
Dentro de meus olhos a cortejar.

Essa lâmina que arde e corta
Quando não estou contigo
Nada mais me importa.
Selos de esperanças em cartas postas.




Será que o dia voltará
Com a doce lembrança de um sorriso teu
Essa coisa que arde e não quer mais parar.
São os sonhos seus que me fizeram voar.

Deixo a caneta me despir
Deixo a musica me ferir
Quando sei que fiquei tão só
Por deixar você sair sem mim.




Essa ferida que não cessa
Esse ardor que me confessa
As delícias que passamos as avessas
Quando se ama quase nunca se tem pressa.

Onde meu sorriso não quer brilhar
Onde a vida é uma onda a me afogar
Por que as lágrimas são mais companheiras
Do que os desejos que tínhamos por nos amar.




Eu ouço os pássaros, eu canto só.
Eu deixo a janela aberta para o vento entrar
Mas nada acontece se você não me ligar
Nem sei pra onde mais a minha alma quer voar.

No meu peito essa chama ardente
Essa coisa que sangra e só você não sente.
Onde as ondas me perseguem mesmo em terra
Por que a minha alma te espera, espera e espera...




Hoje eu cantei com meus delírios
Andei em meio aos meus devaneios
Mas, lhe vi passar com todos os nossos dias.
Onde a vida era pura e o amor, mais do que poesia.

Não falo com minhas amigas
Não confesso com o reverendo
Eu ando com a saudade me corroendo
Sei que tudo passa, mas você não passa jamais...
Com aquelas antigas lembranças onde eu era feliz e tu a minha paz.




Que seja esse dia a terminar...
Por que o meu amor a isso não fará.
Declarando a força de meus motivos
E sendo feliz por um segundo a mais por lhe amar.

Não me desespero da vida...
Meu desespero é lhe ver chegar
Com as malas nas mãos...




E um sorriso no olhar.




“Quase desespero” – Czar D’alma


2013/07/15

“A Porta aberta” – Czar D’alma.

“A porta aberta” – Czar D’alma.






“A Porta aberta” – Czar D’alma.


Quando você partiu
Deixando a porta aberta
Eu deixei minhas lembranças
Dentro de minhas cobertas.





Quando você saiu...
De dentro de meu mundo, minha vida.
Eu me vi com peito aberto.
E por dentro a ferida.

Quando você me ligou
Dizendo não ter feito a coisa certa.
Eu me calei, minha palavra não surtiu.
Em você aquilo que toda noite me desperta.





Hoje a porta ainda esta aberta
O silêncio me alcova, coisa discreta.
Já não falo com meus amigos
Não há quem compreenda o sentido.

Então eu abro também a minha janela
Pra sentir o ar que me invade fria e calada
Pode ser que algum dia
Aquela porta te receba sem dizer nada.





Eu vejo aquela porta
Eu me lembro de tudo que se foi...
A mobília lembrando o amor no silêncio que ficou
Essa porta é uma esperança em meio a tanta dor.

Hoje limpo a minha casa
Deixo sempre a porta aberta
Mas, só entram coisas que não me desperta.
Minha vida, meu caminho em rumo à chama incerta.





Quando você se foi
Deixando meu mundo calado assim
Pode ser que um dia esses umbrais te ganham
Ou o nosso mundo nunca existiu para mim.

Penso em cada porta que tu passas
Mas, não compreendo quanto a minha.
Tu jamais voltas a passar.
E meu peito volta a sangrar.





Que essa porta fique assim
Pra um novo amor entrar.
Por que tudo que se vai
De alguma forma há de voltar.

Com a porta e a alma aberta
Pra nunca 




deixar de sonhar.




“A Porta aberta” – Czar D’alma.