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2013/01/30

“Dá-me outra vez” – Czar D’alma.

“Dá-me outra vez” – Czar D’alma.
 
 
 
 
“Dá-me outra vez” – Czar D’alma.
 
Talvez seja tarde, mas tento outra vez...
Seja aqui, acolá me disfarço de monge, tirano ou rei.
Mas, dá-me tua atenção por caridade ou que sejam, reveses.
 
 
Dá-me de ti pra mim.
Recolhe a tragédia de ontem.
Rebusca em coisas minhas quase lindas...
Que não vês, não comes e nem tu a ti preferes.
 
Talvez seja tarde, mas eu aqui outra vez.
Cedendo, sedento de ti por uma noite, por sua tez.
Será insano pensar que a ninguém te ofereces...
Dá-me de ti outra vez.
 
 
Vem aqui e de mim, toma, embriaga e não bebe.
Isso é mais que maldade é colocar a culpa no diabo...
Enquanto, o amor não vem, dá cá de ti e cede.
O que aconteceu passou me ame, sem medo, mas com fervor.
 
 
 
Talvez nem aconteça, mas eu me darei pra vida inteira...
Por que a vida está num segundo e num faísco a coisa se perde.
Então, deixa pra trás o que ficou me dá um beijo e deita cá,
Que o dia já amanhece e a gente da vida nem soube o que é amar.
 
 
 
Talvez... Sim, por segundos eternos seremos outra vez.
Se fosse mentira a vida viria, acredite e diria...
O que a gente não vê e por certo apenas teme.
Por perceber ser feliz a alma corre e não cresce.
 
 
 
 
Dá-me outra vez.
 
“Dá-me outra vez” – Czar D’alma.

“A profecia” – Czar D’alma.

“A profecia”   –   Czar D’alma.
 
 
 
“A profecia” – Czar D’alma.
 
 
Há um sopro divino em mim...
Está em ti agora, por apenas me lerem.
Sim, das mazelas tuas escondidas acordastes,
Ao virdes aqui e com teus olhos seletos ir além.

 
 
 
Há um sopro divino em nós.
Tu perceberás quando a peste rosa chegar.
Por que ela estará em todos e em tempo
Com quase ninguém.

 
 
 
Acordas tu, da peste que virá!
Pois a cor de tua sede será peste também.
Os dias irão provar que há um sopro divino em mim
E que a flor rosa trará a peste em todos e em ninguém.





Há um sopro divino quase finito em mim
A profecia que lês te dirá isso também.
Por que os sonos serão o implorar de paz
Mas, nem a isso os sonos se rendem.

 
 
 
Por que há uma profecia divina em mim.
E agora entendê-la ainda não a possa.
Então, me chamarão de louco como antes idem.
Por que o sopro não se cansa e vai pra onde quer bem.

 


 
Eu sigo o caminho do sopro
E por isso ninguém me tem.
Eu pareço cansado, estou...
Por ter sede o messias esteve e não bebeu de ninguém.

 
 
 
Dá-me de beber por um segundo
Que o sopro lhe virá, pois ainda não tens.
Há um sopro divino em mim...
Mas a humanidade não sabe, não lê e não tem.

 


 
Quando a peste rosa chegar
Saberás que a profecia lhe disse aquém.
Por que o sol será um repouso do saber...

 
 
Mas o saber, não será mais de ninguém.
 
“A profecia” – Czar D’alma.

2013/01/29

“Admirável maravilhoso mundo”

“Admirável maravilhoso mundo” - Czar D’alma


 
 
“Admirável maravilhoso mundo” - Czar D’alma
 
 
 
 
A quem puno
De que fujo
Quantos gestos serão necessários
Para um segundo de paz.
 
 
A quem me dirijo
Por que esses muitos vultos, vozes...
Pra quem doarei de meu suor
E para que isso me servirá.
 
Dos tempos roubados
Pra expressar a exatidão das recompensas
Que jamais virão, pelo sentido, cobrança, exigência...
Eu deito só e penso em minha fútil existência.
 
 
 
Coisas compradas, coisas sobre gestos e gestos pros humanos.
Que tormenta toma a voz e o ato de quem procura a vida
Em suas próprias mãos.
 

 
 
Então, eu levanto e corro e corro, pra jamais pensar.
Do que vale cada ato e quem há de me roubar.
Pois os dias são de aço, minha carne é mercado...
O meu suor ainda escorre do lado errado.
 

 
 
 
Eu tenho coisas na cabeça, na rua, nos transeuntes,
Ou virei coisa de um “outro” mundo
Como eu estou estará todo o resto do mundo.
 
Que maravilhoso mundo adorável
Que dia eu me deito que não sangro
Qual é a hora de parar e dizer onde está
O coração, o rim e uma mente a girar.
 
 

Todos estão rindo, e eu irei atrás.
Comprando coisas esperando a felicidade
Que há no mundo, que há nesse clamor mudo.
Eu sou uma voz, uma coisa ou um verso.
 


Admirável maravilhoso turvo olhar
Que me permite a ver, mas, jamais pensar.
Eu compro coisas eu ando atrás do vento e eu me visto, me vejo...
Mas, onde estará o resto de tudo e do mundo.
 
Onde eu permaneço me perco
Sou coisa do mundo e um mundo de coisas...
Mas, ainda não sei meu nome, senão no outro,
E a coisa continua como ato absurdo.
 
Eu estou nas coisas que estão em mim...
Eu sei de todo o começo, nem penso que há um fim.
Eu sou das coisas pensadas a que mais se apaga, não exala.
Cheira a flor e compro coisas pra estar no mundo.
 
 
Admirável maravilhoso absurdo
Onde eu sou de tudo
E tudo que encontro...





É nada!
 
 
 
“Admirável maravilhoso mundo” - Czar D’alma.

“A trava de segurança"

“A trava de segurança”  -  Czar D’alma.
 
 
 
“A Trava de segurança” – Czar D’alma
 
 
Deve haver um programa.
Uma medida de segurança
Uma pílula em cada farmácia
Para a dor não se instalar na consciência.
 
 
 
Então, procura em suas atitudes chaves-mestra.
Onde abrirá em cada problema a própria essência...
Os outros estão sempre bem, ao saberdes tu serás além.
Por onde os remédios e outras porções, não serem teu céu, teu bem.
 
 
 
 
Não sei dizer-te coisas loucas, mas procuro as minhas.
Por que em cada sono um sonho pode acontecer...
Então, acordas e acredita que o feliz, pode ser você.
Senão, parares de caminhar, sonhar, ser e acontecer.
 
 
 
A vida seguirá sempre adiante pra quem deseja.
Eu ainda não consegui lhe dizer coisas belas,
Estou atentando-me às que acredito serem certas.
Após cada tragédia, alguém em algum lugar, chama a vida de bela.
 
 
 
 
Por um segundo a vida se esvai...
Seja acidente, erro médico ou suspiro que não sai.
Pegue os erros e não ponha na mesa de tuas refeições,
Por que, deles só comem aqueles que não sabem quem pode ser você.
 
 
 
Eu ainda não pude dizer-te coisas belas, atenho-me às não sequelas.
Deite o rosto no colo de quem lhe ama, aprenda a sorrir com amigos...
Por que, em breve aquilo que está no peito será sonho, esperança ou apenas lembrança.
E lembre-se que eu preciso de você. Mesmo quando isso possa não parecer.
 
 
 
A vida pode ser melhor e será, quando a gente aprender,
A dar as mãos em vez de fingir esquecer...
Nunca te esqueças de que terás alguém que te odeia e outro
Que te ama te espera e ainda deseja a vida por lhe conhecer.
 
Assim do mesmo jeito doce que a gente finge não entender...
Por que todos precisam de pessoas e as coisas até mesmo podem pender.
Mas, seja como for, eu preciso ainda dizer-te coisas belas,
Mas as belas até agora percebi certamente que está nos olhos de quem me lê.
 
 
 
Obrigado por tua companhia, quando acordares te lembres de dizer, bom dia!
E um bom dia há de acontecer.
Jamais esqueça que precisas de alguém.
Por que jamais esqueci que preciso sim, de você.
 
 
 
Eu sei parece coisa cafona, careta, mas sem essas...
Quem consegue lá muito bem, viver.
 
 
 
 
“A trava de segurança”  -  Czar D’alma.