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2013/03/23

“O fato” – Czar D’alma.


 “O fato” – Czar D’alma.




“O fato” – Czar D’alma.


Que a vida seja doce em tua boca
Que o delírio seja eterno
Como o fogo de tua pele
E o meu inspirar em teu corpo sem a roupa.




Que a canção seja bela e suave
Que as crianças tenham seus lares.
Que o ébano cante leve e lindo
Cantado seja o amor o vosso hino.

Que a mentira saia de teu caminho
Que seja forte o motivo de viver
Desde o tempo que éramos meninos
Quero agora não mais morrer, quero estar sorrindo.




Deixa fora o deserto de teu ser
Canta e corra enquanto pode viver
Vou abrir meus braços em sinal
De quem quer lhe receber.

Acorda-me Baby, acorda o acôrdo
Lembre que aliança pura é conforto.
Que os dias sorriam
Que a vida alivie
Que doce seja o teu tine
Que a pele se afeiçoe
E a doçura lhe comprime.




Eu vou fazer nossa casa de vime
Quero vencer, mas muito mais
Quero lhe ver no meu time
Isso em nós tudo define.

Ameaçe a maldade com o bem
Seja a pessoa a quem ama
Seja tu mesma e seja alguém
Preciso mais de ti do que outros cem.




Eu não vivo sem mim
Eu não vivo com ninguém.
Quero o teu beijo agora
Quero adormecer ao teu lado a qualquer hora.

Não deixe a solidão lhe acompanhar
Sem que eu não esteja ali
Perto de nossos medos a gente canta
Pra que tudo venha sim, sumir.




Eu e você não precisamos de mentir
Não precisamos lutar, acordar
Ou mesmo um com outro dormir
Eu só  preciso é de ti

Quando estou só
Você não está ao lado
Quando eu sou gemido
Tu és o meu lado saciado.




Tu que és minha proteção
Se eu sou as cordas...
Tu és o meu violão.
Que esteja morta a solidão.

Então é outro dia e a gente precisa sentir
Que um sem o outro não existe...
Mas os dois juntos de fato
Precisam se 




assumir!





“O fato” – Czar D’alma.


2013/03/19

“Às portas” – Czar D’alma.


“Às portas” – Czar D’alma. 





“Às portas” – Czar D’alma.



Quando passares a porta
Leve o canivete de seu corpo
E o pijama sujo...
Deixado em leito torto.




Passas a porta
Deixa aberta atrás
O que ficou entre nós
“Nóis” de quem os viu jamais.




Essa porta que te recebera antes
Adormece as brigas, sonhos e desejos aspirantes
Deixa a porta aberta que é pra eu passar
Ir à praia e poder degustar do mar.




Quero a porta fechada
Pra quando eu voltar
Saber que tu te fostes
Daqui em diante eu brigo só nas noites.




A porta aberta há de ficar
Pra que quando a saudade lhe assaltar
E vindo em lágrimas
Em nossa cama deitar.




Quis o mundo tantas portas
Pra eu mesmo poder passar.
Fechei algumas, mas ainda
Procuro o meu jeito de amar.




Deixa a porta quieta
Saia enquanto é dia
Pois vem nascendo a noite
E com ela vem o que em ti me sacia.

Essa cara vazia, esse seu estômago
Esse beijo doce e o último tango
Quando estou à porta sinto frio na barriga
Joga a chave fora e finjo que não é briga.




Deitando às portas o meu peito aberto
Por que quando a porta se tranca
Eu lhe tranco dentro.




Sem teu café e sem




 fingimento.






“Às portas” – Czar D’alma


“Sete pontos cardeais” – Czar D’alma.


“Sete pontos cardeais” – Czar D’alma






“Sete pontos cardeais” – Czar D’alma.


De que me vale
Essa boca molhada
Se você não vem
Pra beijar.




De que me valem
Os vales, mares e mundos...
Se tu não esta comigo
E não vem neles habitar.

Vou dirimir meus pensamentos
Vou dar fim ao descontentamento
Sofrer apenas por um momento
É já demais pra cabeça aguentar.

De que me vale a velha toalha
O corpo molhado e meu suor.
Se você não vem
Pra me enxugar.




To recolhendo os espinhos
Das flores que lhe dei
Pra que tu pudesses sim.
Quando acordar, sonhar!




To mentindo pros meus medos
To fingindo não ter segredos
Quero contigo ainda
Por um século te amar.

Os rios de meus desejos
Escorrem pelas tuas mãos
Os meus maiores medos
Contigo são o “nada-são”!




Vou gritar e agitar meu gemido
Cada toque suave em sua mão
Que meu corpo pode já dar...

Teus delírios tem meu nome
Tua chaga tem minha aflição
Meu desejo tem teu endereço
E tu ainda diz, ainda não...




Deixa-me roubar teus segredos
Deixa-me eu deixar valer
Essa vida que sem ti
Não sei onde é que vai dar...

Tu és a minha fome
Teu olhar me consome
Sua vida é meu mapa
E isso tudo me consome.




Vou abrir o meu jardim
Recolher flores a mais
Plantar ali seus sete pontos cardeais
Pra que eu não venha te perder jamais.

De que me vale seu sorriso
Quando eu não estou ali pra gozar
Tenho ainda aquele prefixo
Que tu ainda voltas e irá me acordar.




Temos nossa história
E mais sete pontos cardeais
Às vezes, eles mentem
Mas, quase sempre 




ardem demais.





“Sete pontos cardeais” – Czar D’alma.



2013/03/17

“Do que há em mim” – Czar D’alma.

“Do que há em mim” – Czar D’alma




“Do que há em mim” – Czar D’alma





Eu vim distante
Percorri bastante
Pra me encontrar em mim.




De tantas caçadas
Coisas caídas na vida
Da calçada...
Me perco de mim.




Perdi a minha matilha
Desvendei a minha própria mentira
Pra desvendar a crueldade
Que eu mesmo fiz de mim.




Cada sofrer teve sua guerra justa
Não percorrer é fugir da própria luta
Quero permitir achar a minha tribo
Abraçar o lobo, o cordeiro e o leão que vive em mim.




Não deixar a lágrima escorrer tão só
Desvendar da ferida seus nós...
Abraçando os amigos que eu fiz
Por saber que sozinho nunca venci.




Detestei agruras, fiz minha cama nas alturas
Pra degustar cada caça e matar a fome
Que me devorava por ser
Própria mesmo de mim.




Correr sempre atrás da caça
Mentir pra ferida que jaz
Acordar em dias escuros
E dormir quieto jamais.




Tenho tantas coisas a descobrir
Tanto da vida, como a vida




Que há em 




mim.




“Do que há em mim” – Czar D’alma.