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2016/06/09

Ecos do passado teu - Czar D’alma.

Ecos do passado teu. Czar D’alma.







Ecos do passado teu.  Czar D’alma.




Hoje ouvi sua voz
No corredor de minha ausência.
Fiz plano em lhe ouvir
Deixar teu passado longe da consciência.




Hoje eu ouvi seus passos
Em rumo aos meus braços
Como artilheiro atrás do gol
Ou menino tomando coca-cola no regaço.




Hoje ouvi seus gritos
Mas assustei aqueles teus fantasmas...
Um beijo que não lhe deram, abraços frios
Devem  contentar-se em não ser mais nada.




     Eu não quero mais vosso passado
Fazendo cabanas no presente
Por que o futuro é mais vasto
Quando a harmonia está à frente.




Hoje ouvi teus gritos
Ressoando tua alma na parede.
Quero tua cara sorrindo, seus cabelos comigo
Uma linda maneira de olhar pra frente sempre.
           


     
Não ter medo, não olhar pra trás
Aprender que isso é mlhor  quando se ama
Por toda tristeza é cinza, é quarta-feira




Mas o nosso amor é carnaval.








Ecos do passado teu. Czar D’alma





2016/06/08

Porta de saudade - Czar D’alma.


Porta de saudade  -  Czar D’alma




Porta de saudade  -  Czar D’alma. 




Eu vi sua foto, me pus à chorar
Com a alma aberta, querendo dançar...
Num meio de profusões de coisas inacabadas
Destilei-me  num verso, colei uma flor lhe dei poema.




Você trabalha, escova os dentes, sorri pra lua...
Não imagina que percorro as calçadas
Sempre à tua procura.




Eu vi uma foto sua, meus olhos em lágrimas
Um poema na porta da saudade
Uma verdade em meio aquilo que se foi
E que se tornou uma eternidade.




Meus ouvidos comeram de seu adeus
Um ateu chamado orelha então nascia.
Meu discurso que não cala, sua roupa que me sacia...
E quando o dia passa nasce a noite e melancolia.




Não acreditam que se fora
Meus olhos ao beberam saudade
E meu corpo agora numa linguagem
Gesto de um lado e do outro a honestidade.




Meus olhos que lhe viam
Meus medos que nos somam
Seu caminho um nosferatu
Verso caído ainda é poema e sinceridade.




Os dias e as noites se encontram pelas manhãs
E de tudo eu acredito que se tu a ti te fostes
Eu bebo dos momentos que existem em mim
Seu sorriso guardado nos tempos onde tudo era bondade.




Eu abro a porta, estendo a mão...
Você não vem e digo, tudo é vão.
Fecho a porta, abro a esperança
De que o mundo me ensine lavar-me da solidão.




Onde os homens se perdem
Acham-se as ilusões...
Onde o amor nasce
Não pode haver incompreensão.




Verso e vaidade andam juntos
Mas nunca num bolero dançarão.
Hoje eu sou a rima





E você, canção.






Porta da saudade – Czar D’alma







P.s.: Feliz Dia dos namorados!!!
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