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2011/12/12

Tua Canção e Ciranda

                 "Tua canção e ciranda"  




                          









Desde que te vejo
Meus olhos são seus
Essa miríade de esperança
Sentença ao coração plebeu.


Os nossos mundos que não se beijam
Nossos corpos que não se encontram
Com uma canção eu faço a minha cama
E deito a solidão ao lado de minha alma em chama.


Desde que te conheço
Ando nessa busca por ti

Por tudo que é seu

Por cada pisar de tua insegurança

De quando ires pra casa te torna criança

De quando os meus sonhos a tua fé não alcança

Desde que te conheço eu ando nessa jactância...



Um minuto de silêncio e meu coração já balança
Por que desde que te conheci...
Tenho um monte de sonhos
E alguma esperança.


De quando parar de mentir
Eu seja a tua canção e 





ciranda.






Czar D’alma 




Caminho do Vento

            "Caminho do vento"    




                           







Deixa só
A tristeza caída em regaços
O meu corpo em nota dó


Deixa bem...
O sorriso da matilha ao frio
E o frio na alma de ninguém



Deixa quieto
Esse meu silêncio gritante
Essa coisa que arde em mil anos
E a gente vive por segundos e instantes.


Deixa o mundo sorri,
De seus sonhos vá atrás
Quando o medo invadir
A esperança há de se tornar veraz


Deixa que o tempo ensine
Ensine a si mesmo enquanto é tempo
Dê tempo pra que todos se encontrem
Mas não se perca no caminho do vento


Pois quando as crianças brincam
Os adultos sonham enquanto era seu tempo
Pois na vida o rumo e a estrada
Não se perdem e nem pedem por sequer


Um momento...
Ela há de se fazer ao vento


Na canção da esperança
E da curva o 



tormento.





Czar D’alma 





Caminho das rosas

             "Caminho das rosas"  




                          




 


Quando as rosas sonham
Teu sorriso eu quero-o mais...


Das temperanças de sonhos
São seus beijos que me encantam
E despertam meus erros astrais.


Quando as rosas mentem
Eu não saio de casa senão pra te amar
Pois são de ilusão os sonhos
E de sede o desejo de voar.


Eu ando com seu sorriso na mente
Mas não minta dizendo que lamenta ou sente
Eu quero o andar de cima, quero sua presença.
Quando no caminho das rosas a solidão esta com a gente.



Quando as rosas são os sonhos
Tu és meu delírio e tormento
De quando em quando eu sou a estrada
Que passas com tuas rosas em meus pensamentos.


Eu estou feliz, quase por um momento.
Dos desejos das marés ouço o lamento
De quase esperança a felicidade esta no aposento
Quando não é mentira o seu sorriso me contento.


Quando no caminho das rosas eu deito lágrimas
É de tua companhia que me afugento
De toda a tortura contigo me aposento
Pois quando as rosas caem o outono esta perto


Ou a solidão é o meu 





tormento...






Czar D’alma