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2011/12/24

Jardim de Prazer

            "Jardim de Prazer"      




                       







Banhei-me nas flores que plantei em você.

Bebi do desejo de lhe querer pela primavera

Por que colhi de seu corpo as flores

Pra jamais de seu prazer me perder.




A cada respirar de tua face

Os meus poros de prazer relaxam

Onde tu te escondes de ti

A minha ânsia te acha e sorri.




Quando eu colher de seu corpo

Cada flor que plantei em seu desejo

Vou poder abrir o jardim

E nele morrer de prazer.




Onde a saudade não mata

E nem o degustar de você.

Isso sim é maior prazer

Degustando de ti e aprendendo a 



viver.









Czar D’alma 



2011/12/20

Quando as flores calam

            "Quando as flores calam"      




                              






É quando as flores calam que grito
O teu nome é a rua onde meu rumo
E meu dia, toma o lugar do infinito.


As sombras da vaidade esculpiram
Uma frase pra eu poder ser ouvido por você.
Pois quando as flores calam
Eu ainda tenho muito por dizer.


Sexta, quarta ou domingo...
Seu sorriso ao meu lado
É o que preciso e sinto
Quando na alma ainda insiste o frio.


Eu tomo banho no rio
Mas eu adoro amar é no mar...
Quando as flores calam
E o amor não deixa de gritar.


Pois quando o mundo sorri pra mim
Sempre tu nele hás de estar.
Flores caladas e o amor pra 




germinar...








Czar D’alma




Frio D'alma

       "Frio d'alma"      





                       





Se o frio na alma está
O limo do sentir aflora.
Sentidos e coisas jogadas fora
Onde sim o tempo não roga.


Quando da alma o frio clama
A chama de tudo que é vazio
O espetáculo da vida perde sentido
Espelha das trilhas da liberdade o perigo.


Se o frio da alma é refém
O meu amor é seu
E de mais ninguém...


Quando amanheceres
E eu não mais ao lado
Deixo a sentença para enfim
Aquilo que nunca é pecado.


Lágrimas frias, sorrisos largos.
Quando da alma o frio brota
Mas não nasce estender as mãos
Do corpo que estivera ao lado.


Pois a alma sente frio
Mas não sente saudade
Daquilo que não é senão
Saudade, amor e pecado.


Onde os risos mínguam
E jamais ninguém disso um dia
Tem 



recuado.

  


 
Czar D’alma