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2016/08/25

“Pelo seu amor, sou capaz” – Czar D’alma.


“Pelo seu amor, sou capaz” – Czar D’alma




“Pelo seu amor, sou capaz” – Czar D’alma


Eu busco o ouro da aliança
Pra pôr em seus dedos
A minha fidelidade
E todos os meus segredos




Eu vou às marés mais fortes
Pra poder lhe impressionar
Que pelo amor teu
Sou capaz de tudo enfrentar




Pra ter uma gota do seu amor
Não meço forças pra lhe alcançar
Por cada beijo teu sim irei...
Em seus sonhos e fantasias mergulhar.




Tu não imaginas o que faço
Pra que possa comigo casar
Eu busco o vestido de noiva mais lindo
Faço jantares à luz de vela em meio ao mar.




Nem me diga que deliro
Isso será o meu ofício
Se tiveres nele o prazer.




Nem me diga que sou fraco.
Enfrento as guerras pra lhe ter comigo
Pra vencer o mundo que em teu mundo
Ainda não abrigo.




Eu que quero os seus momentos, não duvido
Que não saio com amigos e nem futebol aos domingos...
O meu preço é saber se terei você
Pra abrir os braços e lhe envolver.




Faço rimas, troco palavras
Mas se você não vem...
Esse meu mundo não vale nada.




Não se iluda com o tempo
Tudo vai envelhecer
Mas ao seu lado, nem a eternidade
Vai meu amor por ti, escurecer.




Nem que eu perca as vistas
Nem que não escutemos mais
Ainda nas idades mais distantes
Te quero e lhe amo cada dia a mais, sou capaz.




Os dias não apagam
As marés não afogam
O amor que lhe dei...
Não tomo de volta




É meu legado mais profundo,
Meu dilema mais obscuro
Que lhe dou pra você.




Pra que me permita a tua presença
Mesmo quando se formos desta vida
Eu agradecerei sempre a Deus
Por cada momento poder lhe proteger de tuas feridas.




Parece meio estranho
Mas se vieres aos meus braços...
Perceberás o valor que dou à tua vida.




Te amo em cada gesto
Em silêncio e verbo
Em dias de luto ou de felicidades
Só quero de você estar por perto




Porque onde viverei... Viveremos
Se os dias passam e os amores não brotam mais
Pra ter a tua presença ao lado
De tudo e mais um pouco...





Sou capaz!





“Pelo seu amor, sou capaz” – Czar D’alma.  




2016/08/24

“Presente” – Czar D’alma.

“Presente” – Czar D’alma




“Presente” – Czar D’alma. 


Preciso respirar melhor
Ao cheiro teu
Pra rua passar
E você ficar.




Dá-me um beijo teu
Dá-me um minuto eterno
Debaixo dos teus lençóis
Amarrada em meus ternos.




Eu janto com a solidão
Eu sou o fundo
E a figura em relevo
É por ti a minha paixão.




Faz frio tudo aqui
Quando você não vem...
Indo por aí
Não sendo de fato amada por ninguém.




Que meus dias te alcancem
Que tua voz toque de madrugada
E eu jogo o telefone
Na minha orelha ofuscada.




Diga-me um verso bom
Onde moras e qual é a condução...
Chego aí em cinco segundos
Com o coração em tuas mãos.




Quando o carnaval chegar
E você sair pra acampar
Eu faço as cabanas
E até o jantar.




Eu vou e vôo
Pra lhe encontrar
Desejarei-te todos os dias
Como alguém jamais pôde te amar.




Nos versos que me abandono
E perco o sono por que ando só
Eu mergulho em mim e vivo – você!
Que ainda não pudestes a ti mesmo dar.




Eu que espero sempre seu sorriso
Como cada pôr de sol...
É em dias de lua que me banho de esperança
De acordar ao lado de ti, dentro do teu lençol.




Ah, eu ando tão carente de ti
Que o mundo todo não me preenche
Que ando cantando cirandas
Em meio aos roqueiros e crentes.




Vi a tua coisa chamada você
Passar pela avenida chamada rua
Que trouxe na cabeça, chamada minha
A esperança de uma louca, chamada ventura.




Que a minha doença seja seu nome
Pra cada beijo teu a minha cura.
Onde os outonos não assustam
E a tua roupa fuja à minha boca.




Mas, não se assuste quando eu sair
E pensando em si, medrosa vai ligar
Para o passado e consigo mesma irá pensar...
Como o futuro comigo tão fortemente com essa pessoa...





Pôde me presentear.





“Presente”Czar D’alma



2016/08/21

“Longa-metragem” - Czar D’alma.


“Longa-metragem”  -  Czar D’alma. 





“Longa-metragem”  -  Czar D’alma. 





Eu não quero mais deixar de sorrir
Eu não quero mais, pensar em desistir...
Entrar na vida, com os passos certos
E se errar, não mais me punir.




Eu não quero a vida escoando pelos dedos
E nos dedos sem alianças, por medo.
Não quero mais ter de ferir.
Perdoar quem mal me fez e perdão pedir.




Não quero mais crianças debaixo de armas
Não quero ver os tormentos das mulheres sós
Por força má dos homens com gana e forçando a voz...




Eu quero o viciado careta
E o careta “ligado”...




Os homens aprendendo à conjugar o verbo
Que a natureza precisa escutar!




Eu quero o grito de paz...
Não mais a humanidade precisar
Usar as grades ou Alcatraz...




Precisar das mãos e dela estender
O motivo perfeito de amar e vencer.
Não mais lágrimas, não mais lástimas.




Os homens vestidos de branco
O terno, a batina de paz com o turbante...
Eu quero a humanidade elegante.




Eu não quero mais a bala perdida
Eu quero o amor
Não mais a ferida.




Não quero pedir por amor
Amar e por amor se doar....
Abrir a janela, abrir a porta
Deixar entrar, não ter por que lutar.




Que os gritos sejam de amor
Que os gemidos de frio ou calor
Que eu não lhe peça por favor...
E quando a paz chegar... abraçar.




Eu quero ser amado, amando e não odiando
Quero explicar o motivo, sem ter que buscar um rebanho
Eu quero a vida com o cotidiano tomando banho
Eu sou um plebeu, mas não sou um profano.




Que alguém me beije a testa
Que me convidem para a festa
Que o lírio seja branco, que a morte seja azul...
E toda noite poder ter com quem dormir, ao som do blues.




Não quero mais ter de ler a ignorância
Eu quero o saber de mãos dadas com a criança
Racismo, preconceito sem agenda ou efeito
Eu quero o ardor doce no peito.




Eu quero que me abracem no inverno
Quero ser alguém que alguém
Queira estar por perto
Eu quero bem  longe, o inferno!




Eu quero você, feliz!
Eu quero alguém, aqui.
Que do meu lado, esteja quem queira
E ninguém se sentido atrás, senão protegida.




Eu quero um aperto de mão
Eu quero um amor, eu quero um irmão
Eu quero a vida aberta sem medo ou catraca
Eu quero o leão, comendo junto ao lado da vaca.




Eu ando meio sonhador
Eu ando em meio ao meu ardor
Eu que não falo bem, não amei ninguém
E a vida que era minha, será que passou?




Eu sou o querer
Que o querer não doou.
Então, não seja eu, uma mágoa
Por que de tristeza a vida já se embriagou.




Eu sou o que tem falta de ti
Eu sou um romance sem personagem
Mas na hora de tudo respeitar...
Eu sou uma 





longa-metragem!





“Longa-metragem”  -  Czar D’alma. 


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