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2013/03/07

“Às Mulheres com amor” – Czar D’alma.


 “Às Mulheres com amor” – Czar D’alma






“Às Mulheres com amor” – Czar D’alma



Destilo flores e encontro você
Desatino horizontes pra poder lhe dizer
Que és esfera da perfeição
 De formar o ser é Tua moção.



  
 No ventre tu costuras com o corpo
O próprio dom da vida, um milagre do topo.




Se andas pela avenida até a cala-se a ferida
E onde há a mulher há esperança de vida.
Seja como for tu és o palco e palácio do amor
Quando encontro-te me revelo sedento por tua flor.




As miríades celestiais ainda não lhe desvendam
Quando nasces a mulher o homem logo repensa...
Como não degustar de tanta beleza em natureza
Força de vida e lida perfeita em proposta de linda.




Eu gosto dessa mulher que me faz nascer
Eu amo a mulher e pra contemplar prefiro não ser.
Esse espetáculo de desejo, beldade que afina a viola
Mas, se não a tratas bem, cuidado que, não “rola”!




Que Deus permita sempre a eternidade da mulher
Na mansão dos céus, no jeito de amar foi o criador
Que para amar assim Ele também o é e quer.




Eu quero a mulher chorando de felicidade
Eu desejo da mulher o que ela ainda não fala.
Se canta eu desencanto os meus pés pela rua
Se pretendes entender a perfeição, veja-a nua.




Então é dia da mulher...
Que seja o ano, mês, semana...
E quem é que não quer?




Dos dias que sangra a onda domina
Quando sai de casa sua pele é feminina.
Querendo seu desejo corteje de dia, afeiçoe a tarde
E verás o que a mulher sabe ser de adulta a menina.




Mas não esperes por ela agradecer
Por que quem ganha é quem assiste tal excelência
Quando em quando devora do sabor em amor
Que seja a fonte essa mulher que desflora no leito seu clamor.




Pra que se diz da mulher
Por que quando esta sozinha esta perfeita
Mas, em bons braços esta completa e satisfeita.




Deita, corre, trabalha e não cansa
Quem deseja a mulher deseja a vida
E tem de aprender a entrar 





na dança!





“Às Mulheres com amor” – Czar D’alma



“Beijo Molhado” – Czar D’alma.


“Beijo Molhado” – Czar D’alma.





 “Beijo Molhado” – Czar D’alma.



Vou descrever meu cenário e dizer
Que foi bom não mais ter você.
A vida não se faz em mentiras
Mas mentimos tanto pra viver.




Condições em todo estado
Meu humor nem se alistou...
Por tanta coisa que comi de ti
Meu estômago se desarranjou.




Quero a vida sem planos, nem tratados
Além do que combinamos por sermos amados
A aliança não é algema, nem pode ser um dilema
Tão pouco um amor em papel pra ser atestado.




Quero a vida como o beijo molhado
Quero você com a alma de queijo no pão.
Ontem poderia ser ótimo...
Mas ficamos com o bom.




Nem me diga a sua contestação
Quando estamos lado a lado.
Isso pode mesmo ser vão...
Quando queremos mesmo além da canção.




Eu que não faço tratados
Me perdi em tua desilusão.
Ainda queremos um beijo molhado
Antes, durante e depois da razão.




Agora ando entre os dois irmãos
E sei que você não pode ver essa mansão.
Eu bem quisera lhe dar o melhor de nós
E tu ainda querendo comer sem as mãos.




Sem amor não faço tratado
Se te tratas por que acha barato
O que cobras por outra lado da mão.
Quando enfim, nós éramos ou não.




Deito todos os dias com o corpo molhado
Mas me enxugo em seu cheiro adocicado
Com cara de sono eu acordo esperando um bocado
Ou um outro lábio que dê-me um beijo molhado...




Sem estar na 




contra-mão!






“Beijo Molhado” – Czar D’alma.  



2013/03/06

“Menos infeliz” – Czar D’alma.


 "Menos infeliz” – Czar D’alma







“Menos infeliz” – Czar D’alma




Se do silêncio eu me adornar
Se das casas mudas eu me encontrar.
Vem e visita a tua lembrança consigo
E deixa acontecer o que tu não podes terminar.




Se das sombras eu trago em mim
Se de luzes são feitas as lágrimas que comi.
Em dias de dor não é bom ficar sem dormir.
Pois ainda penso que a gente possa ser feliz.




Se do silêncio eu me revestir
Cantando o banzo que herdei de mim.
Quando todas noites reluziam em rios meus
Se tu ainda ficaste com o que de mim jamais prometeu.




Eu deito a ermo e desejo a paz
Pra que meu coração acorde em guerra sim
Ao abrir fronteira o infante que existe comigo
E deixar a vida com destreza, sem conforto e sem amigo.




Se das luzes haver um fim
Eu canto um banzo pelas noites frias
E sonho ao menos que isso
Me faça menos 





infeliz.





“Menos infeliz” – Czar D’alma


2013/03/04

“Destemer amar” – Czar D’alma.


“Destemer amar” – Czar D’alma






“Destemer amar” – Czar D’alma



Se das coisas tidas como lindas
Eu as retive com a força
Que de ti, aprendi.




Com lírios em rios
Risos entre nossos gemidos
Onde a coisa toda dava por vencida.
Eu lhe tive em mim...




Se dos montes vislumbrei sonhos
Foi em teus braços que o amor
Deixou de ser medonho...




Com toda a gama de cores
Que do arco-iris consumi
Em teus lábios dei-me por inteiro
Dei-me a ti...

Quando os destroços da alma
Corromperem as ondas da razão
Tu verás que lhe dera amor
O que tu disseste, não.




Meus dedos entre os seus
Vossos lados sendo um
E tu colhendo a nada algum.




Sedento deito e choro
Senão sonho tenho remorsos
Mas, não fora tudo embora
Caiba-me ainda tu em meu coração.




Onde a erva não daninha
E o fruto veste o pão.
Eu recolho a minha alegria
E as devolvo em tuas mãos.




Sou um ser comum
Comumente assim o tempo não...
Quando não sou de mim, sou teu
O que me faz herdar da vida a força e





 A solidão.






“Destemer amar” – Czar D’alma