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2013/02/16

“Em tempo” – Czar D’alma.


 “Em tempo” – Czar D’alma. 




“Em tempo” – Czar D’alma



Em tempo, dá tempo...
De correr atrás de quem
Realmente seu coração arde
E quer muito bem.




Em tempo, acorde...
A quem tu amas tu deves
Ir atrás e dizer antes
Que o tempo de você os leves.

Em tempo e agora
É o momento não jogue fora
Por que o amor não se acha em qualquer história
É dia ou mesma a noite quando seu coração aflora.




Que ame e dê vexame
Pois haverá tempos de sequidão
E a mente por amor procura
Seja agora a tua vida não mais tão escuridão.

Em tempo te digo
Que os que não amam não entendem
Que pra se viver se arde
Dentro da direção mesmo sem sentido.




Que tua vida seja linda
Que seja doce teu acordar
Por que o momento é agora
De se doar a quem tu estás a amar.




Não te envergonhes te entregue inteira
Essa pessoa que há em ti tem de ser verdadeira.
Quando percebes que isso a tua vida procura
Em cada frase que não percebe a besteira




Vá atrás e diga o quanto tu quer
Seja essa alma a tua parte
E que te entregues à coisa da mulher
O tempo passa e verás a força da alma refém é.




Sei que o tempo é curto a vida também
Quando se ama a gente percebe
Que o nosso caminho não nos pertence...
Ame e deixa o amor brilhar em ti, meu amor, meu bem.
  


                                                                                                                  
Em tempo... Sorria. Agigante tua alma dessa euforia
Não percas tempo com quem não sabe disso a alegria
Em tempo de amor os homens não sabem o que dizem
Mas, quando o coração clamar esse torpor verá como riem.




Seja tu mesmo a dona de teu querer
Domina a sentença, mas não deixa de viver
Quando os lábios se tocam e tudo longe estiver
Lembre-se que é tempo de ver e gozar a força estás a reter.




Do amor, quando esse é da vida o melhor que tiver.





Em tempo...





“Em tempo” – Czar D’alma


“Durma bem” – Czar D’alma.


“Durma bem” – Czar D’alma





“Durma bem” – Czar D’alma




Durma bem
Deixa de fora o equilíbrio
Somos do amor um ao outro
Constância entre o concreto e o índio




Durma bem, só se levante depois.
Do que preciso pode ser bom e foi...
Durma bem deixa de lado o sentido
Que a vida entre em nós com seus abismos.

Durma bem, de volta ao início.
Estamos pra amar a flora e tudo onde habito.
A escolha é do destino, entender isso é o mais difícil
Se da primavera são as flores nisso tomo de mim o incrível.




Durma bem, menina...
Os dias de prata já vêm
E as noites caem como estrelas em meus olhos
Divago entre abismos enormes, firmes e seus abrolhos.

Durma bem, eu estou deitado.
Cada casa tem sua porta
E o meu teto está quebrado.
Coisa estranha é alguém só e algemado.




Vamos recompor desde o início é preciso
Quando as lágrimas moravam longe do que sinto.

Durma bem, sonha comigo.
Destila as lágrimas no destino
Por que vamos pra cada um em sua história
Cadafalso do pretexto e egoísmo.




Então durma a segunda-feira já vem
Quando estamos um ao lado do outro
Não sabemos o que é melhor e quem está bem.      
Eu e nossos conflitos onde eles jazem.

Levanta o rosto e olha ao redor
Tu ficas com flores, dotes e lágrimas 
Um dia quem sabe a gente acorda
Com cada um com outro rosto a fingir a dádiva.




Durma bem, levanta a tua paz
Pois quando não estou com você
Me seguro no berço de tua face veraz.
Onde o medo não entra, mas a saudade não fica atrás.

Então durma e não levante sozinha
Sabendo que a milhares de quilômetros
Eu serei saudade e tu ainda és a minha.
Prece equivocada é a esperança cantando solfejos de maravilha.




Então acordaste e nem te lembras de mim...
É o seu começo, mas ninguém me ensina
Quando é o meu

fim.






“Durma bem” – Czar D’alma



“Como a brisa sobre o oceano” – Czar D’alma.


 “Como a brisa sobre o oceano” – Czar D’alma




“Como a brisa sobre o oceano” – Czar D’alma




Como a brisa no oceano
Eu vou te amar.
Como um infante em terra alheia
Te esperar.




Como uma brisa no oceano
Eu vou te amar
Pois aqui dentro de mim
Vou te guardar.




Como a brisa passa pela vida
Eu não nessa tua apenas irei passar.
Como a brisa que me abraça
Eu vou sempre te amar.




Como as coisas lindas
Como os dias que não vêm
Eu serei pra ti um gesto forte
Eu serei teu paladar e jamais o seu desdém.




Como eu quero o infinito
Quero no amor em ti pousar
Seja com as vestes mais talares
Vou a nossa cama te abrigar.




Como as coisas que não vêem
Que deliramos,
Onde somos ou fomos...
Não lhe direi.




Apenas como a brisa sobre o mar




Te amarei...






“Como a brisa sobre o oceano” – Czar D’alma



2013/02/15

“Não se muda ninguém” – Czar D’alma.


“Não se muda ninguém” – Czar D’alma




“Não se muda ninguém” – Czar D’alma



A gente não muda ninguém
Poucos mudam por amor
Eu entendo quase bem
Por que o amor é de querer em ir além.

Não mudamos ninguém
A vida faz como bem lhe quer
Seja aqui ou de onde vier
A gente só muda quando bem estiver.




Se mudei foi por amor
A coisa bandida que me tomou.
Quando alguém muda por alguém...
Esse sabe no peito sua dor.

Não mudamos ninguém
Que a estrada seja da vida além.
Estive em outros mundos que não são meus.
Países, planos soltos e inúteis que herdei de fariseus.




Estive em outras praias, quase naufraguei
Sendo o próprio tolo, vestindo-me como um rei.
Eu ainda não sou de mim, o que a vida me teve na tez.
A cada momento percebo que não muda o já que se fez.




Ando em meu caminho, em busca de vestígios
Pra que eu seja menos infeliz
E recomece a viver...
Tive que mudar meu próprio ser.

Eu não mudei ninguém
Quem mudou deu de cara com torpor
O mundo em seus moinhos e espinhos
Eu aprendi que tenho que mudar pelo meu estribilho.




Eu que sou menino
Agarrado aos meus gemidos
Preciso buscar o elo perdido
Onde o homem volta à ação.

Eu que sou criança dancei nesta infância
De querer ser seu cardápio que intolerância...
Onde eu mudei e o que pra se amar, não sou nem sei.
A vida tem seus próprios cadáveres na pouca força do infante que me tornei.


Não se muda ninguém
O amor é quem dita.
Seja pra onde for meu coração
Não serás das mãos de minha alma inimiga.




Eu que não mudo ninguém
Mudei de cena caí em mim, em si.
Quando o ouro é de tolo
O tolo é o rei e o rei bandido.

Não mudamos ninguém
A dor que espreita a caça sem desdém.
Quando terminares de leres a mim...
Verás que contigo é assim também.




Amém!




“Não se muda ninguém” – Czar D’alma. 

2013/02/14

“Amar é minha escolha” – Czar D’alma.


 “Amar é minha escolha” – Czar D’alma.



“Amar é minha escolha” – Czar D’alma. 



Parece estranho essa carta em minhas mãos
Quando eu precisava olhar para você...
De cada frase, cada gesto que eu guardo
Dos momentos que vivemos o engano não pode vencer.

Eu fico confusa a cada dia quando me olho
Não vejo a vida e eu sem tua presença
Não faço questão dessa vida démodé.




Sim, eu retalho a minha colcha em pedaços
Solto e em minha cama me afogo
Pelas lágrimas que perdi pra ganhar um pouco seu...
Hoje eu sou a menina de sua ausência e o que rendeu.




Faço contas, volto do trabalho no fim do dia
E a vida parece jamais acontecer.
Por que os dias são de mármore, as noites de chumbo...
E me rendo às minhas Lembranças; não me acostumo.

Eu sei seus amigos são importantes, o futebol e o bar mais ainda
Mas, o que eu fiz por esse côncavo pra merecer.
Deletei arquivos, excluí sonhos e tu a ti mesmo só pensaste
Quando eu entrei no amor me lancei, tudo que me ensinaste.

Hoje faço contas em padarias, ando catando dos outros um bom dia
E o que a vida me ensinou a lhe perder...




Cada um tem sua sentença, não há juízo parcial
Quando eu entro em minha casa tu és o herói
E o meu povo me olha assombrado
Pra eles eu não passo de um marginal.

Sabem-se lá os que homens querem
Eu também sou um humano
Mas vingar-se de quê
Se tu eras meu melhor plano.

Seja como for, ande por andar...
Deixa pra lá, quem percebe os imbecis.
As coisas são da vida, e elas nem sempre pede bis
Amanhã é outro dia, mas sem ti não me vejo mais feliz.




Mas, mulher com meus dotes, ditos, cabeça e dotes
Holofotes terra onde tu jamais tocaste, nem suas mãos lamberam
Que essa maravilha está por um triz, outros homens perceberam
Mas essa ironia da vida há de se refugiar em braço fraco, mas com mente forte.

Eu decidi ser amor e tu uma coisa que de aprendiz
Eu estava bem melhor comigo e tu na sua ilha
Amanhã é outro dia, não te quero mais. Seja feliz!
Dei com a minha matemática, faço uso de você e me desfiz.

Mas, quando eu vejo teu olhar
Essa cara de bobo amaldiçoado
Quando era feliz ao meu lado
Eu fico com pena do pecado...




Corro pro teus braços e digo
É do amor teu que eu preciso.



“Amar é minha escolha” – Czar D’alma

2013/02/12

“Brinquedo de amor” – Czar D’alma.

“Brinquedo de amor” – Czar D’alma







“Brinquedo de amor” – Czar D’alma




Eu que não brinco no amor                                       
Virei brinquedo de outrem.
Pode parecer frescura, disse lá alguém
Mas, deixar o outro na mazela não é bom pra ninguém.




Eu que brinco em meio às minhas dores
Tive que suplantar o meu choro,
Pra outro ter da vida o prazer e deixar levarem de mim
O que na vida dá sabor e consolo.

Os homens que não choram
Não sei se estes vivem bem.
É melhor deixar a minha lágrima escorrer
Do que beber da dor de alguém.




Eu que sempre chorei
A vida em lágrima me derramou
Hoje eu faço trocadilhos, brinco com amigos...
Mas, não sei de mim o que a vida tornou.

Eu que não brinco com a dor
Tive que dançar o tango suando em sangue outra vez.
Às vezes nos perguntamos o que fizemos da vida
Por que não entendemos o que ela nos fez.

Eu que não brinco com amores...
Virei prata de mercado do outro.
Podem dizer que eu estava errado, enganado...
Mas, sorrir da dor é maior pecado.




Eu que não brinco com outros no amor
Tive que aprender sorrindo em vez
De retrucar, apenas me calei.

Se falei foi por certeza
De que não fui compreendido
Mas, não me deixarem falar...
Isso é bem menos do que preciso.

Mas, a vida segue os homens também
Mas, se esses que brincam de ser homens...
Não encontrarem um amor de volta outra vez
Vão entender o que perderam e por que brinquedo de amor...

Vive no lixo da vida,
Mas na prateleira 




nunca mais tu os vês.



“Brinquedo de amor” – Czar D’alma

“Desistir de mim” - Czar D’alma.

“Desistir de mim” - Czar D’alma. 





“Desistir de mim” - Czar D’alma. 



                                                 
De que sou feito
O que me completa.
Eu não sei.
Só sei de mim...

Pra onde vão os pássaros
De que é feito o agora
Eu ainda não sei...
Digo, assim que descobrir de mim.

Os meses são eternos
As almas também
Amamos o mundo e este jamais
Amou alguém!

Não quero mentiras
Quero você!
Quando não estou contigo
Estou em meus sonhos com o teu ser.

Por que tantas perguntas
Por que os homens não trazem paz
Seja lá como e onde for...
Não sejamos como os demais.

Eu não sei até quando
Estaremos nós por aqui
Pode ser coisa de destino, quem sabe...
Mas, às vezes, nós queremos sumir.




Eu que não minto, menti para mim...
É outro dia e ainda não consigo dormir.
Eu preciso de paz, como só o amor faz
Mas, sinceramente não quero pedir.

De que sou feito
Quantos anos, e vida terei
Quando eu me visto de mim...
Pareço com o “bobo-da-corte” e nunca com o rei.

De que sou feito
E o que deixo fazer de mim
Parece loucura...
Mas, quem desiste do Amor...

Desiste de mim!



“Desistir de mim” - Czar D’alma.  


“Propósitos sem fim” – Czar D’alma.


“Propósitos sem fim” – Czar D’alma.



“Propósitos sem fim” – Czar D’alma.



Você arde, delira e sofre por prazer
Quer de cada momento conter.
A vida dá um sorriso e lá se vão...
Em cada alma há sua parcela de ambição.

Você come, deita, bebe de tudo ao seu redor
Com suas aflições o mundo parece nem lhe querer.

Em toda a parte a gente acorda com suspiros
Os versos que “comi”, os dias que transpiro...
Eu sei que ainda tenho à frente alguns míseros dias.
Pra se viver engolir o “sapo” do destino.

Não amamos mais, por egoísmo
Não trouxemos paz, apenas juízo
Esse prejuízo que não precisa aparecer...

Eu estou com a coisa certa e não acerto em mim.
Às vezes, eu quero um sorriso de quem me odeia
Às vezes, tenho nenhum prazer, nem mesmo quando digo, Sim!

Logo o dia nasce, adormecem os sonhos...
E preciso me lavar e não posso parar
Por que a vida não deixa que seja assim.
Versos cortados e mundos distantes são esferas
De propósitos que não têm fim!




“Propósitos sem fim” – Czar D’alma.

“Um segredo para vocês” – Czar D’alma.


“Um segredo para vocês” – Czar D’alma.





“Um segredo para vocês” – Czar D’alma.





Vou contar um segredo pra vocês
Está entre os dedos e anéis.
Alguns parecem intrigantes e são
Resposta entre um níquel e outros réis...




Vou contar um segredo pra vocês...
Alguém lê, levanta a sobrancelha e sai.
Quem exaspera no outro não escolhe o que dói.
Não há quem fuja e não espere um refúgio na paz.




Vou contar algum segredo pra vocês
As ilhas são de humanos e os humanos feitos de mar
Um oceano que não cessa de poluir ao redor
Onde os gestos são carentes e a face rígida em amar.




Vou contar o segredo de uma vez
Cabe dentro de um relógio e da vida logo se vai...
As coisas são eternas dentro daqueles que sangram mais
Quem poderá retalhar a quem se consola em templos com deuses sem paz.




O segredo está tão perto de vocês
Jamais esqueça que espelho não é lugar
Para alma alguma se derreter.




A vida passa de uma vez
O segredo é de todos e pra vocês
São de um casulo que rendem fortes fortunas
Alguns matam outros defendem essa fortuita coluna.




Ele está nos dias de chuva e noites de paz.
Acordam poetas, descreve os engenheiros
Os advogados lutam por essa causa
Onde nos homens destroem mais.




Essa labuta pelo que escorre e adormecem alguns
Soluços de crianças em suas camas sujas...
Mulheres em caixas e pó com a esperança e ódio
De que vale a vida sem a luta e gruta.




Esse segredo é de todos os nós.
Volição ferrenha, veneração tacanha em lençóis...
Os amantes querem da vida o que jamais lhes satisfaz.
Entre o peito e a razão adormecem em oração...




Essa esperança chamada elos sem anéis.
Declara guerra entre soldados e generais...
Enquanto suas mulheres vivem esperançosas
De que nalgum momento virão a elas com propostas abissais.




O que à mentira pertence a verdade não corre atrás
Cuidado menino, menina e quem ainda não encontrou jamais.
Esse segredo adormece deveras em vocês
Alguns diamantes não pagam
Riquezas não emprestam
E o sangue de clamar não pára...




De saber quem ama e quem destrói
Esse segredo é de todos nós.
Na barraca da campanha o soldado chama o nome da dama
Que está a milhões de quilômetros de seus desejos astrais.

Esse segredo suga a vida e da morte desfaz.
Esse segredo chama-se esperança de alma, coração e onde a carne
Sempre se derrete e habita entre os dias que passaram e não voltam mais
Uma metáfora da vida e sem ele a vida nem se percebe atroz.




Um segredo dos ricos, plebeus e infiéis...
Mas, quem o retém não se expõe a calúnias boçais
Segredo de eternidade em eternidade
Clamam os jesuítas, pastores, governos e dotes abades.




Um segredo chamado amor
Com a força das marés e o clamor dos fiéis...
Quem entende deita cá sua história e ao terminar
Sempre fica de pé em cada esquina da 




memória.



“Um segredo para vocês” – Czar D’alma.