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2020/03/28

Poemas D'alma - Czar D'alma: Caminhos – Czar D’alma.

Poemas D'alma - Czar D'alma: Caminhos – Czar D’alma.: Caminhos – Czar D’alma.  C a m i n h o s Cada um procura sua loucura Os pardais não falam Pois seus cantos ...

Poesia sempre é um assunto pra se degustar! Parece ter haver mais

com culinária do que, simplesmente literatura... Mas enfim, estamos

disponibilizando poesias pra quem gosta de degustar e pra quem

gosta de ler! Espero que possamos ter, bons cardápios pra ambos

os "tipos" e "gostos"!


Obrigado & Carpe Diem! Sem mais,


Czar D'alma. ( escritor e poeta )

Carpe Diem & Soli Deo Gloria!

2020/03/20

Caminhos – Czar D’alma.



Caminhos – Czar D’alma. 




C a m i n h o s




Cada um procura sua loucura
Os pardais não falam
Pois seus cantos lhe bastam




Há uma ironia na esquina
E nenhuma estrada da vida
Permanece sempre reta.




Eu sou eu fui eu passo...
Coisa engraçada são as calçadas
Que sempre buscam os sapatos.




Cada um em seu manicômio
Uns são astros, outros risonhos.
Pra mim me resta o coração
Que sonha em perder o compasso.




Logo o tempo e o vento se unem
O homem, a formiga e cada pássaro.
Procura de si a liberdade que voa
Da vida em meio aos seus 




próprios braços.



CaminhosCzar D’alma. 

2020/03/08

Almanaque – Czar D’alma.



Almanaque – Czar D’alma






Almanaque  


Desenhei você no meu almanaque 

Distribui felicidade como conhaque 

Ainda não sei o que fazer de mim. 




Arrasto os dias. Debruço em noites 

Por lhe ver fugir tentar descobrir... 

Que sou tudo no meu mundo 

Num mundo onde não cabe o ti. 




Já busquei minhas fotografias 

Na ilusão de rasgar com as mãos 

Tudo que fiz comigo 

Degustando as minhas fantasias. 




Não há dor que não passa 

Não há frio que seca 

Na esperança num gesto 

Piedoso onde tu me abraça. 




Logo, percebo que é o fim. 

Porque ter ainda pena de mim! 

Se eu sou sempre comigo a poesia 

Que jamais espera a




    canção.



Almanaque – Czar D’alma.

2020/03/01

Futuro do pretérito (Peter Pan) - Czar D'alma


Futuro do pretérito (Peter Pan) - Czar D'alma




Futuro do pretérito (Peter Pan) - 

Longe do horizonte
Escrevo pra você.
Tudo vê nada crê.
Aquele que ama apenas o que pode ter.




Singelamente lança para o futuro,
O equilíbrio que perde
Porque ama tateando no escuro




O universo não espera para alguém descer
Tão pouco desafia a vida o que se fecha.
Mas lança a flecha da esperança
Age doce e percebe como criança.




Eles esperavam que não déssemos as mãos.
Eles esperam que pereçamos via solidão.
A cada pátria que dividem se aborta ambição.
Em cada passo ao compasso da vida o homem - são.




Logo as folhas caem da nação
Logo os vídeos não julgam mais...
Versos se vendem se negociam vidas
Eu ainda amo sua e minha pátria vendida.




Eu não aguento mais comer ferida
Jantamos nossos sonhos
Liberdade é um pecado Chamado ponto de vista
Sem perder o próprio chão.




Então a gente dorme e finge que ri...
Porque quem tem mais que Peter Pan?
Que toma dos pobres e dá...
A outra pátria chamada 




irmã.


Futuro do Pretérito Peter Pan -  Czar D’alma.




Criança - Czar D'alma.


Criança - Czar D’alma




Criança


Anda menino, acorda o destino.
Vem e me chama da lama
Por que tua sem mimo é a cama.




Vem adora comigo a fantasia
Por que ninguém que veste
Da verdade e queira saborear
Da hipocrisia.




Agora garoto, vamos dar as mãos...
O outro lado está disperso ninguém por perto
Que lhe ame do jeito que sou...
Que lhe respeito da fome à dor.




A vida parece um playground em teus braços
Por que desafia o imperfeito num perfeito disfarce.
Abre Sam os seus passos e delira com o Tio.
Por que tudo que queres é um perfeito domingo.




Avassala os bolsos gostas de valsa
Quando não delira afama a desgraça.
Agora que sei o quanto me amas,
Por que me difamas, puseste meus nomes nos altos...




Mas me deixaste na




lama.



Criança  -  Czar D'alma.

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2020/02/16

Sem Frenesi – Czar D’alma


Sem Frenesi – Czar D’alma




Sem Frenesi 


Desenhei nos céus em meio às estrelas
Dias bons de ternura e amor pra nós.
Em meio aos nós, eu estava lá.




Você se foi, olhei as ruas vazias.
Dentro de mim, tudo assim...
A pele só e fria pedia por ti.




Então, ouvimos intrigas e divergências,
Em meio à dor do peito te carregava ali sem frenesi.




Tu olhaste pelas janelas enquanto
Os versos das mídias que não suportam
A real crítica por que ninguém mais
Quer se permitir a contestar, senão o mar.




Abri a porta, peguei minhas roupas.
Que ao seu lado pude dividir... Vai ser assim.
Não tenho como olhar aquele luar
Parecido Paraty, sem o perdão sem frenesi.




E tudo que restou foram mentiras que dividimos
Ou vossos corpos caídos pelo chão, alma e paixão.





O advogado lhe disse assine e assinamos
Sem ao menos olhar pela força que conquistamos
E em tudo que deixamos ali.




O tempo já juntos não nos esperar amadurecer.
Agora desunidos, desarmados ninguém usa munição...
Pra arrazoar dos delitos, dos danos e da falta de perdão.




Então eu abro os braços em mim em lágrimas desfaço.
Pra quê correr se não há mais o que temer o que vencer...
Senão o vislumbrar de uma centelha 
Do que parecia ser bom e não vão!




Parece dor, mas é saudade que na maldade.
Estavam em julgar um ao outro e sem esgoto
Escolhemos escorrer pra longe um do outro
Uma desculpa por não insistimos em ser feliz!




Mas nada de verdade jamais prometeu
Que não seria assim...
Sem paixão, 




sem frenesi.



Sem Frenesi - Czar D’alma.


Suave Nostalgia – Czar D’alma.



Suave Nostalgia – Czar D’alma.






Suave Nostalgia


Ela fez uma canção
Para pisar nas areias quentes
Enquanto pensava em seu amor
E a vida seguia suave nostalgia.




Ela compra roupas baratas, ela dança.
E quando chega a noite rivotril pra dormir...




Anda com suas amigas, chora no quarto escuro.
Sonha com um doce e meigo amor maduro.
Nos dias de sol esconde os medos
Por dentro dos seus óculos escuros.




Mas a menina ouvia seus pais
Leu uns livros, notícias, homens desleais.
E a fantasia não esconde a dor nos carnavais.
A  lida de trabalhar na loja ou vendendo jograis




Chega sentir o cheiro dos seus ancestrais
Quando nas fotos das estantes
Seus momentos felizes são brilhos
Mas sempre distante.




Essa semana ela leu que havia inscrição
Para sair do seu balcão e foi atrás.
A vida sempre pede e quer mais.




Mas delira quando escuta Caetano...
Adora o rock, mas não escuta seus planos.




Então ela encontrou o Reginaldo
Outro descuido, outro ato.
E quando ele se foi ela disse pra si...
Eu só queria ser feliz:




Me vestir e sorrir
Andar descaça na areia e amar.
Correr cantando, sorrindo, amando...




Mas o Reginaldo se foi
Quebrou o pescoço num acidente de carro
E num tombo tudo que era lindo, mas esqueceram de dizer.
Pra ela que um sonho tem força, mas custa caro...




Como o momento se esqueceu de dizer...
Te amo ao seu único amor...
E a nostalgia não sabe se voltou




Ou nunca quem sabe passou!



Suave Nostalgia – Czar D’alma.