Seguidores

2018/07/12

Em Nada ensinar tudo aprender - Czar D’alma.


 Em Nada ensinar tudo aprender  -  Czar D’alma.




Em Nada ensinar tudo aprender  -  Czar D’alma.


Eles não atravessam ruas
Sonham com pontes
Adormecem aos gritos
Perguntam pela vida.




Eles não abraçam
Nem estendem as mãos
E mantêm tudo ao vosso redor
Abrem sorrisos e seus dentes caem.




Quem são aqueles que andam
Buscando erros alheios
Alienando almas à escuridão
Mas andam sempre com altos queixos




Perderam a luz, fazem barulho
Almejam a mudança de um mundo
Onde tudo que fazem é destruir tudo




Sejam delírios sejam os sonhos
Não destronamos os que amam




Meio à tudo que brilha
Anda uma vida solitária
Alguns chamam de sonhadores
Eu os chamo de estrela dos vencedores




Não tenho estrada, não temo trilhas
Mas ando pelo próprio caminho
Sem discutir com levianos




Tenho pontos fracos
oceanos de deficiências
mas sempre peço por favor
não esqueço de agradecer




Mas não me peça pra mudar meu mundo
Ao detrimento de outrem...
Por que não tenho mais virtudes que erros
Tão pouco mais palavras que meus adversários.




Mas não mudo senão por amor à vida
Ao próximo;e aos que me odeiam...
Eu sempre tinha lhes dito muito Obrigado
Apesar dos delírios de idéias e razões...




Onde eu fui parte de mim
Estava defraudando meu ser.
Então que seja agora a hora
De a gente cuidar de si e de alguém




Que não faça alianças em nome de algemas
Nem esperam mais do que preferem receber.
Então hoje eu me calo...
Por que já não tenho nada a dizer.




E nunca pude em nada ensinar...




Senão a mim.




Em Nada ensinar
 tudo aprender  -  Czar D’alma.

Pouco contente - Czar D'alma



Pouco contente  -   Czar D’alma




Pouco contente  -   Czar D’alma



 Dê-me motivos
Ao abrir os lábios
E devotar aos pulmões
Algo que não seja canção.




Silêncio em seu discurso
É sempre melhor do que o medo escuro
Soltando as amarras do destino...
Eu ainda sou comigo.




Que me tragam a sorte de um amor
Que me devotem o dilema de um detentor
Sou uma imagem de minhas lembranças
E do que mais se forma esse meu – eu sou!




Me agarra e diga-me mentiras
Aonde somos protagonistas
Por que no palco da vida
Tudo vira tragédia e notícia.




Somos um do outro
Mas não seremos de si mesmo
Com a mesa cheia e a alma vazia
Se diz coisas lindas e nada que alivia.




Minha alma dileta, meu socorro distante
Esse amor que me devora onde a razão é ser louco.
Não me admiro, mas admito que erro e exaspero
Quando  tudo na vida é simples e nada nos faz completos.




Que piada infeliz ter alguém infeliz...
Que piada descontente ter alguém ausente.
Ainda aqui somos beleza, fúria, sexo e aguardente
Aquelas coisas que não faltam, mas ninguém vive delas distante




Nem tão pouco contente.




 Czar D’alma.

2016/10/30

Quero um amor – Czar D’alma.


Quero um amor – Czar D’alma. 






Quero um amor – Czar D’alma. 



Hoje eu quero um amor
Que sejamos figura e fundo.
Onde um abre a porta
Sem medo das portas dos fundos




Que diga a verdade, mesmo quando ferir
E se ferir  ter bálsamo de amor pra abrir.




Hoje eu quero um amor
Parecido contigo
Com todos os seus medos
Sem medo de nada fazer sentido.




Que esse amor seja transparente
Quando um tiver palavra
Que o outro esteja desta carente.




 Enfrentado os dias de sol e de chuva
Abraçando nossos lutos, vitórias e absurdos.
Acolhendo do vosso bosque as uvas
Pro inverno podermos ter vinho e segredos lúdicos.




Que o amor aconteça
Que a gente não se perca
Quando o ciúme chegar
Estender a página de tudo.




Falar francamente
Abrindo o coração e a mente
Saindo as noites juntos
E dormi de conchinha bem quente.




Eu que quero um amor
Ando comigo, apaixonado por mim
Quero um amor tão sincero
Que não te escondas seus erros enfim.




Mas que o passado não vos apavore
Que a flor do sertão seja algo nobre
Quando não tivermos em nossas festas
Festejarmos por sermos coisas belas.




Eu acabo terminando com um pedido assim
Um amor que seja de verdade, princípio  e fim
Um dia a gente acorda e quando não for amor
Valeu a pena por tudo que existiu sim.




Abrindo a porta quando quiser ir embora
Embora lutar pra nunca nesse hora chegar
A cada momento ser um do outro
E na eternidade sermos apenas saudade.




E quando os anos passarem
Não passará esse amor...
Com gosto dos dias eternos
Que jamais se renderam à dor.




Com certeza de vida
No amor que é de verdade.
Onde muitos esperam





E poucos se entregam na integridade.







Quero um amor – Czar D’alma



2016/10/20

Quase escolhas – Czar D’alma.


Quase escolhas – Czar D’alma






Quase escolhas – Czar D’alma. 



Não sei o que tinha na cabeça
Quando escolhi te amar.
Perdendo as rédeas da sanidade
Sonhando em querer navegar.




O mundo gira sempre ao seu redor
Quando escolhes a insanidade
Um mundo nem é sempre melhor
Quando adormeces sem dizer, boa noite.




A foice da vida não meça ironia
Eu que ando sempre comigo
Não me vejo sem o seu sorriso




Um dia ainda abro os braços
E com olhos fechados sorrio...




Por cada momento que a vida nos deu
Uns naqueles que se eternizaram
E daqueles que estão nos braços de Orfeu.




Eu tenho medo da risada feliz
Quando percebo a noite chegar
E o mundo é sempre por um triz
Quando o amor não está.




Na primavera colhemos flores
Nos verões despercebemos as dores
Outonos são cheios de cólicas e azias...
E os invernos com almas de frio e nostalgia.




Que seu sorriso venha
Que amanhã seja melhor
Por que nós vamos por cada dia
Esperando do mundo sua empatia.




Onde eu adormeço, adormecem os sonhos
E quando acordo só, os dias são frios...
Por que os amores são mais lindos
Quando estamos todos no mesmo tino.




E eu vou comigo
Abraçando os dias, meus rios...
Esperando que acordes
E me dê seus desatinos.




Eu sou a solidão que me veste
Mas não sou sempre a palavra que tece
Gemidos são invólucros de tempos
Mas não determinam o 





destemido destino.







Quase escolhas – Czar D’alma

.




2016/10/13

Grita comigo - Czar D’alma.


Grita comigo. Czar D’alma. 






Grita comigo. Czar D’alma. 



Grita comigo
Solta o destino
Nas mãos do delírio




Eu ainda amo coisas simples
Mas não sou simples
A ponto de me declarar




Com medo de mentir...
Falo verdades
Que minha mente
Pôde inventar.




Grita comigo.
Desafina o discurso do tempo
E não dê tempo pra ser infeliz
Por que tudo é pronto, é assim.




Grita comigo uma canção de amor
Verdades fúteis em caixa de sabão
Roupas sujas são reflexos
Da caminhada da razão.




Me faça favores, desatina meus temores
Mas me representa os sentidos
Beijando o meu tempero com pimenta.
À ponto de perdemos do tempo a noção e o perigo.




Se não fosse amor
O mundo já nasceria perdido
Uns amam seus versos
Outros cobiçam seus sentidos.




Mas não há mais tempo pra quase nada
Senão, pra amar e alugar o tempo
À preço de viver com a pessoa amada.




Não quero verdades intensas
Quero felicidades aqui e expressas
Nas páginas de minha agenda e redação
Onde eu sou meu mundo e meu mundo não é vão.




Então, quando eu esquecer disso grita comigo
Por que eu posso perder a vida
Mas não posso perder 




o delírio!





Grita comigo. Czar D’alma