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2013/03/19

“Às portas” – Czar D’alma.


“Às portas” – Czar D’alma. 





“Às portas” – Czar D’alma.



Quando passares a porta
Leve o canivete de seu corpo
E o pijama sujo...
Deixado em leito torto.




Passas a porta
Deixa aberta atrás
O que ficou entre nós
“Nóis” de quem os viu jamais.




Essa porta que te recebera antes
Adormece as brigas, sonhos e desejos aspirantes
Deixa a porta aberta que é pra eu passar
Ir à praia e poder degustar do mar.




Quero a porta fechada
Pra quando eu voltar
Saber que tu te fostes
Daqui em diante eu brigo só nas noites.




A porta aberta há de ficar
Pra que quando a saudade lhe assaltar
E vindo em lágrimas
Em nossa cama deitar.




Quis o mundo tantas portas
Pra eu mesmo poder passar.
Fechei algumas, mas ainda
Procuro o meu jeito de amar.




Deixa a porta quieta
Saia enquanto é dia
Pois vem nascendo a noite
E com ela vem o que em ti me sacia.

Essa cara vazia, esse seu estômago
Esse beijo doce e o último tango
Quando estou à porta sinto frio na barriga
Joga a chave fora e finjo que não é briga.




Deitando às portas o meu peito aberto
Por que quando a porta se tranca
Eu lhe tranco dentro.




Sem teu café e sem




 fingimento.






“Às portas” – Czar D’alma


2 comentários:

  1. Estou visitando seu blog, prezado Vate e adorando...!

    Suas poesias são de muito bom gosto,
    inspiradíssimas, falam à alma.

    Que Deus o conseve sempre assim, aflorado.

    Carinho imenso

    Lu

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  2. Olá, Luiza, linda Amiga! Quão bom é

    poder desfrutar de tua presença aqui!

    Obrigado pelo dócil comentário.

    Sempre é bom saber que, esse vosso

    "Jardim" esta de portas abertas pra

    ti e todos que, assim o desejarem!

    Muito Obrigado, linda dama!

    Beijos meus e carpe diem!


    Até!

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Carpe diem!