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2011/01/05

"Quanta"

 "Quanta"






Quantas vezes, minha alma andou árida sem mim
Quantos oceanos, bebi por querer fazer-te linda, sincera e feliz...
Aos montes, pelos becos delirantes vaguei à procura de ti!
Dessa língua na minha loucura, desejo, vergonha e orgulho da tez.



Quantas naus naufragam na esperança do amor
Sem procurar, nasces-te na aurora da dor...
Poetas, escritores, médicos procuram saber como fazes do ser
Aprendo a me esquecer, lembrei que o sonho parece adormecer...



Quanto tempo de vida terei, longe de você?
Mas o poeta, jaz, jaz na ausência das flores nos bosques
Tece lágrimas adjacentes em quimeras, tristeza forte da janela
Quando em quando és, a vez do que há em mim, por seqüelas!



To precisando morrer...
Nascer do seu colo, poder descansar em prazer...
Discutir teólogos sem fé e descer calado talvez...
Estás delirante é por que não te amas e nem fez...



Amor!





 Czar D’alma

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