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2012/01/25

Quando o Sol Acordar

       "Quando o Sol Acordar"  




                    





Quando o sol acordar não chore
Deita a solidão à própria morte
Delira os sonhos teus...
Onde os deuses têm xote.

 

Quando o sol acordar, caminhe...
Sonhe com seus medos, abrace os filhos
Por que as almas vão para os seus segredos
Onde lá não se meneiam os desejos.

 

Um dia de sorriso e a vida continua
A garota que passa e um menino na sua.
Cada delírio tem seu domínio, seu hino...
O sol acorda e a gente já nem se fez menino.

 

Por que os colírios mentes em nome do trato fino
Quando o sol acordar lembre-se que és desatino.
Enquanto os raios lhe invadem procure a tua sombra
O real desejo de quem não é mais a fuga, o centeio e a onda.

 

Quando o sol acordar leia seu livro...
Desabroche a colheita de quando eras sentido
Um ser que aponta os mais lindos saberes mentindo.
Por que as coisas se vão e as pessoas também...

 

E a vida já não é de mais ninguém.
A não ser do sol que fica
Enquanto a gente diz – 




Amém!








Czar D’alma  –  “Quando o sol acordar”



5 comentários:

Anônimo disse...

Maravilhoso, intenso de uma profundidade que nos envolve total e plenamente.
Belissimo poema.

LÚ.

Denir disse...

Simplesmente maravilhoso.
Muito lindo mesmo !

maiteh disse...

lindo seu trabalho

Czar D'alma disse...

Olá, Maiteh, linda amiga!

Muito Obrigado pelo dócil comentário!

Volte sempre, aguardo-a com esperança de

sempre poder contar com sua visita!

Beijos N'alma!

Obrigado!

Czar D'alma disse...

Olá, Denir e Lu, lindas amigas!

Vossos comentários são de uma

sensibilidade peculiar, Parabéns!

Muito Obrigado pela vossa presença, em

cada participação me sinto lisongeado

com tais palavras e carinho!


Muito Obrigado, hoje e sempre!

Beijos N'alma & Carpe diem!

Obrigado!

Até!